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Planeta Atlântida completa 30 anos com edição histórica

O Planeta Atlântida encerrou sua edição comemorativa de 30 anos consolidando, mais uma vez, seu status como um dos festivais de música mais relevantes e longevos do Brasil. Realizado na Saba, em Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul, o evento reuniu mais de 80 mil pessoas ao longo de dois dias e transformou o espaço em um grande encontro de gerações, experiências e estilos musicais que vão muito além dos palcos. Criado em 1996 para celebrar os 20 anos da Rádio Atlântida, o festival é uma realização do Grupo RBS em parceria com a DC Set Group. Ao longo de três décadas, o Planeta evoluiu junto com seu público, mantendo-se conectado às transformações culturais, musicais e comportamentais do país, sem perder sua essência. Em 2026, ano em que completa 30 anos, o evento adotou o conceito “o sentimento não muda”, reforçando a ideia de continuidade, pertencimento e memória afetiva que marca a relação dos planetários com o festival. Dois dias de casa cheia e experiências além da música Durante os dois dias de programação, a Saba recebeu um público diverso, formado por jovens, famílias e frequentadores históricos do festival. A proposta do Planeta Atlântida, que desde sua origem vai além dos shows, ficou evidente na edição comemorativa, com ativações, experiências de marca, espaços interativos e conteúdos exclusivos que ampliaram a vivência do público. Mais do que um festival de música, o Planeta se consolidou como uma plataforma de entretenimento e conexão cultural. A edição de 30 anos reforçou esse posicionamento ao integrar música, audiovisual, experiências imersivas e ações de bastidores que aproximaram ainda mais o público do universo do evento. Line-up plural reflete diversidade de gerações e estilos O line-up do Planeta Atlântida 2026 foi um retrato fiel da pluralidade do público que acompanha o festival ao longo das gerações. Ao todo, 30 shows ocuparam os dois palcos do evento, reunindo artistas de diferentes gêneros musicais e trajetórias. Do piseiro de João Gomes ao trap de Matuê e Veigh, o festival dialogou com as novas tendências da música brasileira. O sertanejo marcou presença com Zé Neto e Cristiano e Simone Mendes, enquanto o pagode ficou por conta de Belo e Menos É Mais. O rock apareceu com Raimundos, representando a força do gênero na história do Planeta, e a música eletrônica levou multidões com Alok. O funk também teve espaço garantido com Dennis e Bonde do Tigrão, enquanto o pop foi representado por nomes como Anitta, Ludmilla e Luísa Sonza. Essa mistura de estilos reforçou o caráter democrático do festival e sua capacidade de se reinventar sem abrir mão de sua identidade. Jota Quest marca momento simbólico da edição Um dos momentos mais simbólicos da edição comemorativa foi protagonizado pela banda Jota Quest. Ocupando o palco do Planeta Atlântida pela 16ª vez, o grupo mineiro foi responsável por levantar a tradicional placa de sold out, anunciando a venda total de ingressos ainda na noite de sexta-feira. A cena reforçou a relação histórica entre o festival e artistas que atravessaram gerações ao lado do público. O gesto simbolizou não apenas o sucesso comercial do evento, mas também a força da conexão emocional construída ao longo de 30 anos de história. Audiência digital amplia alcance do festival Além do público presente na Saba, o Planeta Atlântida 2026 também alcançou números expressivos no ambiente digital. Os shows transmitidos pela ATL TV somaram mais de 1,5 milhão de visualizações, ampliando o alcance do festival para além do litoral gaúcho. A RBS TV também exibiu parte das apresentações, reforçando a presença do evento na televisão aberta e consolidando sua importância no calendário cultural do Estado. A estratégia de transmissão multiplataforma fortaleceu o posicionamento do Planeta como um festival conectado às novas formas de consumo de conteúdo. Recorde de parceiros comerciais e ações especiais A edição comemorativa de 30 anos também foi marcada por um recorde no número de parceiros comerciais. Ao todo, 39 marcas participaram do festival, reforçando a relevância do Planeta Atlântida como plataforma estratégica para ações de marketing, relacionamento e experiências de marca. Entre as iniciativas especiais realizadas ao longo da edição, destacou-se uma masterclass promovida em parceria com a PUCRS. Mais de 100 participantes tiveram acesso a uma experiência imersiva nos bastidores do festival, conhecendo processos, estratégias e desafios envolvidos na realização de um evento dessa magnitude. Outra ação que celebrou a trajetória do festival foi o lançamento do documentário 30 Verões Criando Memórias, disponível na ATL TV. A produção revisita momentos marcantes da história do Planeta Atlântida, reunindo depoimentos, imagens de arquivo e registros que ajudam a contar a evolução do evento ao longo de três décadas. Orgulho gaúcho e patrimônio cultural Para a diretora-executiva de Marketing e Entretenimento do Grupo RBS, Caroline Torma, a edição de 30 anos representa um marco não apenas para os organizadores, mas para todo o Rio Grande do Sul. “Ver a Saba lotada, com milhares de pessoas vivendo intensamente esta edição especial de 30 anos, é um orgulho não apenas para quem faz o Planeta, mas para todos os gaúchos. Este é mais do que o maior festival do sul do país, é um patrimônio do nosso Estado, uma tradição do verão que vai além dos dois dias de shows. A cada ano, evoluímos com nosso público para oferecer experiências, conexões, memórias e deixar um legado para todos os planetários”, celebrou. A fala reforça o papel do festival como elemento cultural e identitário do verão gaúcho, ultrapassando a dimensão do entretenimento e se consolidando como um símbolo de pertencimento coletivo. Impacto econômico e geração de empregos Além do impacto cultural, o Planeta Atlântida também exerce papel relevante no desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul. O festival movimenta setores como turismo, serviços, hotelaria, alimentação e entretenimento, especialmente no litoral norte durante a alta temporada. Um estudo realizado pela PUCRS Consulting em 2024, que será replicado em 2026, aponta que para cada real gasto no evento, tanto na sua realização quanto pelos participantes, foram ativados R$ 1,90 na economia. Os dados reforçam

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Cinema

Universal Pictures lança trailer e cartaz de “Michael”, cinebiografia do maior astro pop da história da música

A Universal Pictures apresentou ao público o primeiro trailer e o cartaz oficial de Michael, drama biográfico que retrata a trajetória pessoal e artística de Michael Jackson, um dos maiores ícones da história da música mundial. A produção aposta em uma abordagem abrangente sobre a vida do artista, indo além dos palcos e dos sucessos musicais, ao revisitar sua infância, a ascensão meteórica ao estrelato e o impacto cultural que consolidou seu nome como o “Rei do Pop”. Dirigido por Antoine Fuqua, cineasta conhecido por títulos como Dia de Treinamento e Invasão à Casa Branca, o longa tem produção assinada por Graham King, vencedor do Oscar por Bohemian Rhapsody. A proposta do filme é apresentar um retrato humano e artístico de Michael Jackson, destacando sua genialidade, sua ambição criativa e o legado que atravessou gerações, redefinindo padrões da música pop, da dança e da indústria do entretenimento. Um retrato que vai além da música Michael se propõe a contar a história da vida de Michael Jackson para além dos hits que marcaram época. O filme acompanha sua jornada desde a descoberta do talento extraordinário ainda na infância, como líder do grupo The Jackson 5, até a consolidação como um artista visionário e globalmente influente em carreira solo. A narrativa enfatiza não apenas o sucesso comercial, mas também o processo criativo que levou Michael Jackson a romper barreiras estéticas e culturais. O roteiro explora a disciplina intensa, a busca incessante pela perfeição e o desejo declarado de se tornar o maior artista do mundo, características que moldaram tanto sua obra quanto sua personalidade. Ao destacar momentos fora dos palcos, o longa oferece ao público uma perspectiva mais íntima do artista, revelando os bastidores de sua carreira e as decisões que o transformaram em uma figura central da cultura pop contemporânea. Do The Jackson 5 ao estrelato solo Um dos eixos centrais do filme é a fase inicial da carreira de Michael Jackson como integrante e líder do The Jackson 5. Ainda criança, ele já demonstrava uma habilidade vocal e performática que o diferenciava, chamando a atenção da indústria musical e do público. O longa revisita esse período fundamental, mostrando como a vivência em grupo serviu como escola artística e emocional para Michael. A transição para a carreira solo é apresentada como um momento decisivo, marcado por ousadia criativa e pelo desejo de explorar novas sonoridades, coreografias e narrativas visuais. Produções icônicas de sua fase solo, que ajudaram a redefinir o conceito de espetáculo musical, também ganham destaque. O filme promete revisitar performances emblemáticas e momentos que se tornaram referência na história da música e da televisão. Elenco aposta em proximidade e autenticidade Para dar vida a Michael Jackson em diferentes fases da vida, o filme conta com Juliano Valdi e Jaafar Jackson, sobrinho do artista. Os dois se revezam na interpretação do cantor, representando desde a infância até a fase adulta. A escolha de Jaafar Jackson chama atenção pela proximidade familiar com o astro, o que reforça a busca da produção por autenticidade na construção do personagem. A semelhança física, aliada à familiaridade com o legado artístico do tio, é apontada como um dos diferenciais do projeto. Além dos protagonistas, o elenco reúne nomes de destaque do cinema e da televisão. Colman Domingo, ator duas vezes indicado ao Oscar, integra o time ao lado de Nia Long, conhecida por trabalhos como Empire, Laura Harrier, de Infiltrado na Klan, e Miles Teller, de Top Gun: Maverick. A presença de atores consagrados reforça a ambição do longa em alcançar tanto o público fã de Michael Jackson quanto os apreciadores de grandes produções cinematográficas. Direção e produção de peso em Hollywood A direção de Antoine Fuqua imprime ao filme uma abordagem dramática e intensa, característica presente em seus trabalhos anteriores. Reconhecido por construir narrativas densas e personagens complexos, o diretor assume o desafio de retratar uma das figuras mais influentes e também mais observadas da cultura pop mundial. Já a produção de Graham King traz a experiência de quem esteve à frente de um dos maiores sucessos do gênero biográfico musical dos últimos anos, Bohemian Rhapsody, que contou a história de Freddie Mercury e do Queen. A expectativa é que Michael siga um caminho semelhante, equilibrando espetáculo, emoção e fidelidade histórica. A combinação entre direção experiente e produção premiada reforça o posicionamento do longa como uma das principais apostas do cinema musical contemporâneo. Performances icônicas no centro da narrativa Um dos pontos altos prometidos por Michael é a recriação de performances que marcaram a carreira do artista. O filme oferece ao público a oportunidade de revisitar momentos históricos sob uma nova perspectiva, com recursos cinematográficos que ampliam a experiência visual e sonora. Essas sequências buscam não apenas reproduzir coreografias e figurinos, mas contextualizar a importância cultural de cada apresentação. O impacto de Michael Jackson na dança, nos videoclipes e na estética pop é tratado como parte essencial de sua contribuição para a música e para o entretenimento global. Ao colocar o espectador “na primeira fila”, o longa pretende criar uma experiência imersiva, capaz de emocionar fãs antigos e apresentar o legado do artista a novas gerações. Vida pessoal e complexidade humana Além do brilho dos palcos, o filme dedica espaço à vida pessoal de Michael Jackson, abordando aspectos menos conhecidos de sua trajetória. A proposta não é apenas glorificar o ídolo, mas mostrar a complexidade de um artista que viveu sob constante exposição midiática desde a infância. A narrativa busca equilibrar o peso da fama, as pressões da indústria e os conflitos internos que acompanharam o cantor ao longo da vida. Essa abordagem humanizada reforça o caráter dramático da produção e amplia a compreensão sobre o impacto emocional e psicológico do estrelato precoce. Ao tratar desses temas, Michael se posiciona como uma obra que vai além da cinebiografia tradicional, propondo reflexões sobre talento, ambição, vulnerabilidade e legado. Distribuição e exibição nos cinemas Distribuído pela Universal Pictures, o filme terá lançamento exclusivo nos cinemas brasileiros, com exibição também em salas IMAX. A estratégia reforça

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Planeta Atlântida 2026 celebra 30 anos com cobertura da Rádio Mundo Pop Recife

Está acontecendo neste final de semana o Planeta Atlântida 2026, o maior festival de música do Sul do Brasil, que neste ano comemora uma marca histórica: 30 edições de muita música, emoção e grandes encontros. Reunindo milhares de pessoas, artistas consagrados e novas apostas da música brasileira, o festival transforma o litoral gaúcho em um verdadeiro palco de experiências inesquecíveis, consolidando o Planeta Atlântida como um dos eventos mais importantes do país. E tem Nordeste representado em grande estilo! 🌎✨ A Rádio Mundo Pop Recife é a única rádio do Nordeste com cobertura exclusiva direto do Planeta Atlântida 2026, levando para os ouvintes tudo o que acontece nos bastidores e nos palcos do festival. Durante todo o final de semana, a Mundo Pop traz: •flashes ao vivo •conteúdos especiais •entrevistas •curiosidades •e os principais momentos do festival Tudo isso com a linguagem jovem, pop e conectada que já é marca registrada da rádio. Acompanhe a cobertura completa pela programação da Rádio Mundo Pop Recife, no site, nas redes sociais e nas plataformas digitais. O Planeta Atlântida é gigante — e a cobertura também! 🚀🎧 Rádio Mundo Pop Recife Um mundo de hits pra você!

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Famosos

Bloco Maravilhosas estreia na orla de Ipanema e aposta na energia “CarnaFunk” de Ana Petkovic

O próximo domingo, 1º de fevereiro, marca a chegada de uma proposta inovadora ao pré-carnaval da Zona Sul carioca. O Bloco Maravilhosas faz sua estreia oficial na orla de Ipanema, trazendo como fio condutor a celebração do empoderamento feminino, da diversidade e do protagonismo das mulheres na folia de rua. No centro dessa movimentação, a cantora e musicista Ana Petkovic integra o coletivo de artistas, levando para a orla a estética do CarnaFunk, a fusão rítmica que une a tradição carnavalesca à batida urbana do funk. Conduzido pela cantora Mariah Marini, o bloco será a única agremiação a desfilar nas areias de Ipanema nesta data, propondo uma reflexão contemporânea: “O que é ser uma Garota de Ipanema hoje?”. Para responder a essa provocação, o coletivo aposta na representatividade de suas integrantes, unindo música, performance e uma linguagem visual impactante. CarnaFunk: A Identidade do Verão A participação de Ana Petkovic no desfile ocorre em um momento de intensa movimentação em sua carreira. Recentemente consagrada em sua apresentação na virada de ano no Piscinão de Ramos, a artista traz para o asfalto de Ipanema a sonoridade que tem pautado seu verão: o CarnaFunk. Essa mistura estratégica reflete a essência das produções de Ana, que imprime brasilidade e atitude em suas composições, conectando-se diretamente com o público jovem que busca inovação no carnaval de rua. Embora o coletivo seja a alma do projeto, a presença de Ana Petkovic reforça a conexão do bloco com as tendências da música urbana atual. A artista, que transita entre o pop e o funk com domínio técnico de piano e guitarra, utiliza o espaço das “Maravilhosas” para celebrar a cultura carioca em sua forma mais vibrante. O momento coincide com a divulgação de seus recentes trabalhos de verão, como o single “Não Vai Ter no Carnaval”, que dialoga com a atmosfera festiva e livre proposta pelo bloco. Protagonismo e Performance no Posto 10 O desfile do Bloco Maravilhosas é fundamentado no conceito de um coletivo seguro e acolhedor, onde o protagonismo feminino é a pauta principal. Ana Petkovic, criada no Rio de Janeiro e com uma trajetória marcada pela independência artística, personifica a evolução da “garota de Ipanema” para uma mulher que dita seu próprio ritmo e ocupa o espaço público com voz e performance. O encontro de Ana com Mariah Marini e o time de artistas do coletivo promete transformar o Posto 10 em um palco de diversidade. A proposta é apresentar um carnaval que respeita as raízes, mas que não tem medo de flertar com o grave do funk e com a energia do pop moderno. É a consagração do CarnaFunk como uma das grandes identidades do verão 2026. Serviço e Concentração A experiência das Maravilhosas começa cedo para aproveitar o cenário icônico da orla. A concentração está marcada para as 8h, na altura do Posto 10 (Rua Aníbal de Mendonça), e o desfile segue até as 12h. O evento foi planejado para oferecer uma experiência de entretenimento completa, onde a música e a mensagem de empoderamento caminham juntas sob o sol do Rio de Janeiro.       INFORMAÇÕES GERAIS – BLOCO MARAVILHOSAS Data: Domingo, 01 de fevereiro de 2026. Horário: 08h às 12h. Local: Posto 10 – Orla de Ipanema (Rua Aníbal de Mendonça).

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Música

Anitta aposta no signo de Câncer e reforça protagonismo fashion nos Ensaios do Rio de Janeiro

A cantora Anitta voltou a transformar música, moda e astrologia em espetáculo neste domingo (25), ao levar mais uma edição dos Ensaios da Anitta para o gramado do Riocentro, no Rio de Janeiro. Em sua cidade natal, a artista escolheu um figurino inspirado no signo de Câncer, reafirmando a proposta estética do projeto pré-carnavalesco de 2026, que tem como tema central o “Cosmos”, celebrando o universo místico e astrológico. A apresentação teve início às 15h e reuniu milhares de fãs, consolidando mais uma vez o sucesso da temporada. Logo no retorno ao Rio, Anitta mostrou por que segue sendo uma das artistas mais influentes do país quando o assunto é performance visual. O look inspirado em Câncer traduziu características como sensibilidade, intensidade emocional e conexão com as origens, atributos associados ao signo regido pela Lua. A escolha dialogou diretamente com o momento da cantora, que tem explorado cada vez mais narrativas simbólicas e conceituais em seus projetos artísticos. Moda, astrologia e identidade no Carnaval 2026 Em 2026, Anitta decidiu mergulhar de vez na astrologia como fio condutor do seu Carnaval. O tema “Cosmos” conecta signos, planetas e elementos místicos, criando uma experiência que vai além do show musical. Cada apresentação dos Ensaios traz um figurino exclusivo, inspirado em um signo do zodíaco, reforçando a ideia de que o Carnaval também pode ser um espaço de expressão artística e conceitual. No Rio de Janeiro, o figurino de Câncer ganhou destaque não apenas pelo simbolismo, mas também pela riqueza de detalhes e pela construção estética assinada por uma equipe criativa já conhecida do público. A criação leva a assinatura de Anitta, Daniel Ueda e Leo Borges, nomes que vêm colaborando com a artista em projetos que misturam moda, performance e identidade visual forte. O desenvolvimento do look ficou a cargo da Artemisi em parceria com o Atelier Fabulous, enquanto a produção de moda foi realizada por Hugo Machado, Isabella Ramos e Layse Araújo. Os arranjos de cabeça, elemento sempre marcante nos Ensaios, foram assinados por Ramon Quinhones, e as botas ficaram sob responsabilidade de Lucas Regal, completando a composição com personalidade e impacto visual. Ensaios da Anitta consolidam sucesso nacional O retorno ao Rio de Janeiro acontece em meio a uma temporada extremamente bem-sucedida dos Ensaios da Anitta em 2026. Antes da apresentação deste domingo (25), o projeto já havia passado por Belém, Fortaleza, Recife, Brasília, Campinas e pelo próprio Rio de Janeiro, todas as datas com ingressos esgotados e forte repercussão nas redes sociais. A proposta dos Ensaios vai além de aquecer o público para o Carnaval. O evento se consolidou como um espaço de encontros musicais, diversidade de ritmos e celebração da cultura popular brasileira. Em cada cidade, Anitta recebe convidados musicais surpresa, mantendo o fator inesperado como um dos grandes atrativos do projeto. Nesta temporada, já dividiram o palco com a cantora artistas de diferentes gêneros e regiões do país, como Viviane Batidão, Gaby Amarantos, Daniela Mercury, Xand Avião, MC Danny, Melody e Felipe Amorim. A mistura de estilos reforça a proposta plural do evento e amplia o alcance do projeto para públicos variados. Rio de Janeiro como ponto de conexão emocional Se em outras cidades os Ensaios da Anitta já carregam grande expectativa, no Rio de Janeiro o clima é ainda mais especial. Cidade natal da artista, o Rio representa uma conexão direta com suas origens e com a trajetória que a levou ao estrelato nacional e internacional. A escolha do signo de Câncer para o figurino neste retorno à capital fluminense reforça justamente essa relação com o lar, a memória afetiva e a identidade. O gramado do Riocentro se transformou em um grande espaço de celebração, reunindo fãs de diferentes idades que acompanharam não apenas o show, mas também cada detalhe visual pensado para a apresentação. A combinação entre música, figurino e conceito estético tem sido um dos principais diferenciais do projeto, tornando cada edição única. Agenda segue intensa pelo Brasil Após a apresentação no Rio de Janeiro, a agenda pré-carnavalesca de Anitta continua intensa nas próximas semanas. Os Ensaios da Anitta já têm datas confirmadas em Ribeirão Preto, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, ampliando ainda mais o alcance nacional do projeto. A cada nova cidade, a expectativa se renova tanto para o repertório quanto para os figurinos inspirados nos signos do zodíaco. A estratégia tem se mostrado bem-sucedida ao unir entretenimento, moda e storytelling, elementos que fazem parte da construção da marca Anitta ao longo dos últimos anos. Anitta e o poder da imagem no espetáculo pop Ao apostar em figurinos conceituais e narrativas visuais bem definidas, Anitta reafirma seu domínio sobre o espetáculo pop contemporâneo. Os Ensaios da Anitta se consolidaram como um projeto que vai além da música, dialogando com tendências de moda, cultura pop e comportamento. O uso da astrologia como linguagem simbólica aproxima ainda mais a artista de seu público, especialmente em um momento em que temas ligados ao misticismo e à espiritualidade ganham espaço no imaginário coletivo. Cada signo representado nos figurinos funciona como um convite à identificação e à interpretação, tornando o espetáculo ainda mais envolvente. Com o look inspirado em Câncer no Rio de Janeiro, Anitta mostrou mais uma vez que entende o Carnaval como uma plataforma de criação artística ampla, capaz de unir emoção, conceito e entretenimento em uma mesma experiência. Créditos do figurino – Ensaios da Anitta (Rio de Janeiro)Criação: Anitta, Daniel Ueda e Leo BorgesDesenvolvimento do look: Artemisi + Atelier FabulousProdução de moda: Hugo Machado, Isabella Ramos e Layse AraújoArranjos de cabeça: Ramon QuinhonesBota: Lucas Regal

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Música

Epílogo do 32º Porto Alegre em Cena traz estreia nacional de complexo b com Adriana Calcanhotto, João Camarero e José Miguel Wisnik, além de outros dois projetos de muito sucesso

Após apresentação retumbante em Portugal, complexo b marca chegada ao Brasil com estreia nacional em Porto Alegre. Duas apresentações na capital ocorrerão dias 28 de fevereiro e 1 de março, no Teatro Simões Lopes Neto.   Completam ainda a programação a retomada do projeto Gaúchos em Cena e os preparativos para a segunda edição do Reside Alegre, dessa vez no bairro Cidade Baixa, ambos no mês de maio   Crédito: Ricardo Lopes Link das fotos aqui   O espetáculo complexo b, fortemente ligado à música, poesia e cultura brasileira e lusitana, com Adriana Calcanhotto, José Miguel Wisnik e João Camarero, estreia no Brasil, durante o epílogo do 32º Porto Alegre em Cena. As apresentações ocorrerão nos dias 28 de fevereiro, às 20h, e 1 de março, às 18h, no Teatro Simões Lopes Neto, do complexo Multipalco Eva Sopher, em Porto Alegre. Ingressos à venda. Se unem a ele, no mês de maio, a retomada do projeto Gaúchos em Cena, com a elaboração da biografia da artista Carlota Albuquerque e ainda a primeira etapa de Reside Alegre, uma residência artística, desta vez no bairro Cidade Baixa.   “Quase uma tradição na história do Em Cena, atrações de lançamento e encerramento do festival fazem parte da programação. Este ano, não é diferente. Encerraremos a 32ª edição, com uma atração absolutamente especial. Em sua última apresentação em Porto Alegre, Wisnik comentou a apresentação em Lisboa, reunindo um time fantástico: ele, Adriana Calcanhotto e João Camarero, nome de ponta da nossa música. complexo b, a aula-show dos três bambas, fará a estreia brasileira aqui, o que me enche de alegria real. Eu não vou perder por nada”, assegura Luciano Alabarse, coordenador geral do Porto Alegre em Cena.   complexo b foi concebido especialmente para a Exposição Complexo Brasil, no mês de novembro do ano passado, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Portugal.  Unindo a cantora e compositora Adriana Calcanhotto, o compositor, pianista, cantor e ensaísta José Miguel Wisnik e o violonista João Camarero, o espetáculo propõe uma conversa expandida, na qual se desdobram sonoridades e elementos da poesia e da cultura brasileira e da cultura lusitana nas suas redes de subtilezas e complexidades.   Por aqui, a performance em cima do palco intercalará diálogos em que os artistas destacarão não só aspectos singulares da identidade poético-musical brasileira, como a permeabilidade entre o erudito e o popular, a música e a literatura e também diálogos com a poesia portuguesa, que atravessarão o roteiro das canções.   Este encontro especial entre três nomes de destaque na cena artística brasileira oferece uma espécie de ensaio multidimensional no qual vão emergindo variadas paisagens sonoras presentes na trajetória de cada um que, no seu conjunto, revelam e desvendam musicalmente a beleza da língua poética brasileira, constituída de memória e criação, ruína e reinvenção, mares e morros, e as vertigens entre o sagrado e o profano.   O repertório inclui obras de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Milton Nascimento e Caetano Veloso, Baden Powell, Arnaldo Antunes, além de canções autorias de Adriana Calcanhotto e de José Miguel Wisnik e diálogos com os poetas portugueses Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Adília Lopes, Fiama Hasse Pais Brandão.   Repertório de complexo b: Prelúdio opus n. 4 (Chopin)/ Insensatez (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes) Canção de Siruiz (Guimarães Rosa)/ A terceira margem do rio (Milton Nascimento/ Caetano Veloso) Nada (Adriana Calcanhotto sobre poema de Antonio Cicero) / Mortal loucura (sobre poema de Gregório de Matos, com inserção  de Se nada fiz na jornada, poema de Zé Bernardino) Tão pequeno (Caetano Veloso sobre poema de Luís de Camões) / Os Ilhéus (José Miguel Wisnik sobre poema de Antonio Cicero) O Outro (Adriana Calcanhotto sobre poema de Mário de Sá Carneiro) Clarice Lispector (Adriana Calcanhotto sobre poema de Adília Lopes) Poética do eremita (Adriana Calcanhotto sobre poema de Fiama Hasse Pais Brandão) Canção do exílio (Gonçalves Dias) Corre o mundo (Adriana Calcanhotto) Sim, sei bem (José Miguel Wisnik sobre poema de Ricardo Reis) Segue o teu destino (Sueli Costa sobre poema de Ricardo Reis) Noite de S. João (Fred Martins sobre poema de Ricardo Reis) Tarde em Itapuã (Toquinho/ Vinicius de Moraes) Afro-sambas (Baden Powell/ Vinicius de Moraes) Canto de Ossanha/ Berimbau/ Consolação João (Cézar Mendes/ Arnaldo Antunes) Parangolé Pamplona (Adriana Calcanhotto) Terra Estrangeira (José Miguel Wisnik) Chega de saudade (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes)   RETOMADA DO PROJETO GAÚCHOS EM CENA, COM CARLOTA ALBUQUERQUE Na retomada do projeto Gaúchos em Cena, iniciativa do Porto Alegre em Cena, se reafirma o compromisso histórico do festival com a salvaguarda da memória artística do Rio Grande do Sul. A cada edição, o projeto dedica-se à elaboração de uma biografia sensível de um artista do Sul do país, reconhecendo trajetórias fundamentais para a constituição das artes cênicas e contribuindo para a visibilidade, o reconhecimento público e a preservação de seus legados estéticos, pedagógicos e políticos.   Para a 32ª edição do Porto Alegre em Cena, a artista escolhida é a coreógrafa e bailarina Carlota Albuquerque, figura incontornável da dança contemporânea brasileira. Fundadora do Terpsí Teatro de Dança, Carlota construiu, ao longo de décadas, uma obra marcada pela pesquisa do corpo como campo poético, político e sensível, atravessando linguagens, dialogando com o teatro, a música e as artes visuais, e formando gerações de artistas. Sua trajetória é reconhecida pela criatividade, ética e estética, pela consistência de sua pesquisa continuada e por sua contribuição decisiva para a consolidação da dança contemporânea no Rio Grande do Sul e no Brasil.   A escrita desta edição de Gaúchos em Cena será realizada pela atriz e gestora cultural Gabriela Munhoz e pela diretora, atriz, pesquisadora e teórica do teatro, Joana de Albuquerque, que se debruçam sobre esta escrita em um gesto de escuta, reflexão e partilha. O texto propõe não apenas um registro biográfico, mas um exercício de memória viva, que reconhece a artista em sua dimensão criadora, formadora e transformadora, reafirmando a importância de narrar e preservar histórias que constituem o presente e o futuro das artes cênicas.   “Jamais imaginei ter minha trajetória sendo homenageada assim, de forma tão especial, no Porto Alegre em Cena. Quando recebi o convite da minha querida Letícia Vieira,

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