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Coberturas

Novo filme de ‘The Cheetah Girls’ reúne parte do elenco original e apresenta uma nova geração de protagonistas.

Os fãs de uma das franquias musicais mais populares da Disney já podem comemorar. A atriz e produtora Raven-Symoné confirmou nesta quarta-feira (08) que um novo filme de “The Cheetah Girls” está oficialmente em desenvolvimento. Intitulado “The Cheetah Girls 4: The Next Gen”, o longa marcará o retorno de parte do elenco original, ao mesmo tempo em que apresentará uma nova geração de personagens que dará continuidade ao legado do icônico grupo feminino. A produção contará com Raven-Symoné reprisando o papel de Galleria, Adrienne Bailon retornando como Chanel e Sabrina Bryan fazendo uma participação especial como Dorinda. A única integrante original que não participará do projeto é Kiely Alexis. O início das gravações está previsto para acontecer ainda neste mês na África do Sul, embora a produção ainda não tenha divulgado uma data oficial de estreia. Nova geração assume o protagonismo Embora a presença das personagens clássicas seja um dos grandes atrativos da sequência, o foco da história será uma nova formação das Cheetah Girls. As novas protagonistas serão Faith, interpretada por Leah Sava Jeffries; Dior, vivida por Carmen Sanchez; Ruby, interpretada por Kaileen Chang; e Brooklyn, papel de Sophie Lennon. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção: “A história começa quando Galleria e Chanel, das Cheetah Girls, junto com a filha de Galleria, Faith, e suas três amigas, viajam para a África para trabalhar como voluntárias em um santuário de animais selvagens. Ao longo do caminho, essas quatro adolescentes testam sua amizade, encontram sua voz e descobrem o verdadeiro espírito das Cheetah Girls enquanto salvam a reserva e, finalmente, sobem ao palco como as novas Cheetah Girls.” A proposta deixa claro que o novo filme pretende manter a essência da franquia, abordando temas como amizade, trabalho em equipe, sonhos, música e superação, agora adaptados para uma nova geração de espectadores. Raven-Symoné também assume papel nos bastidores Além de voltar a interpretar Galleria, Raven-Symoné também participará da produção executiva do projeto, reforçando seu envolvimento criativo com a franquia que ajudou a transformar em um fenômeno mundial. A direção ficará novamente nas mãos de Bille Woodruff, responsável pelos primeiros filmes da série. O roteiro será assinado por Kara Holden, Sarah Watson e Deborah Swisher. A produção executiva contará ainda com Debra Martin Chase, produtora responsável pelos filmes anteriores e uma das figuras mais importantes na consolidação da franquia dentro da Disney. A manutenção de profissionais ligados às produções originais demonstra a intenção do estúdio de preservar a identidade da saga enquanto apresenta uma nova fase. África será cenário da nova aventura Diferentemente do primeiro longa, ambientado em Nova York, e das sequências que exploraram destinos internacionais como Espanha e Índia, “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” terá a África do Sul como principal cenário. Na trama, as jovens viajam para atuar como voluntárias em um santuário de animais selvagens. Durante essa missão, elas enfrentarão desafios que colocarão à prova sua amizade e seus talentos musicais. Além da jornada pessoal das protagonistas, a narrativa também abordará a preservação ambiental e a importância da proteção da vida selvagem, acrescentando uma mensagem social à história. Uma franquia que marcou uma geração Baseada na série de livros escrita por Deborah Gregory, “The Cheetah Girls” estreou na Disney em 2003 e rapidamente conquistou o público adolescente. A história acompanha quatro amigas de Nova York apaixonadas por música que sonham em alcançar o estrelato. O grupo acaba sendo descoberto por um produtor musical durante um concurso de talentos da escola, iniciando uma trajetória repleta de desafios, amizades e aprendizados. O enorme sucesso do primeiro filme fez nascer uma franquia composta por três longas: The Cheetah Girls (2003); The Cheetah Girls 2 (2006); The Cheetah Girls 3: One World (2008). Além dos filmes, o grupo também lançou álbuns, realizou apresentações ao vivo e tornou-se um dos maiores fenômenos musicais da Disney nos anos 2000. Mesmo após o encerramento oficial do grupo em 2008, a marca continuou sendo lembrada com carinho pelos fãs, que durante anos pediram uma continuação. Retorno atende antigo desejo dos fãs Desde o fim da franquia, rumores sobre uma possível reunião das integrantes surgiram diversas vezes, especialmente após entrevistas em que Raven-Symoné e Adrienne Bailon demonstravam carinho pelo projeto. Agora, com a confirmação oficial do quarto filme, a expectativa cresce entre os admiradores da saga. Nas redes sociais, muitos comemoraram o retorno das personagens clássicas e destacaram o simbolismo da frase “Uma vez Cheetah, para sempre Cheetah”, utilizada para anunciar o projeto. Embora o foco seja uma nova geração, a participação das integrantes originais promete criar uma ponte entre o público que acompanhou os filmes nos anos 2000 e os jovens que conhecerão a franquia pela primeira vez. Disney aposta na nostalgia Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na retomada de franquias que marcaram gerações. A estratégia busca unir nostalgia e renovação, trazendo personagens conhecidos ao lado de novos protagonistas capazes de conquistar o público atual. “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” segue exatamente esse modelo, preservando elementos clássicos da franquia enquanto amplia seu universo com novas histórias. A expectativa é que o longa mantenha a tradição dos filmes anteriores, equilibrando música, dança, amizade, diversidade cultural e mensagens positivas. Ainda sem data de estreia As gravações começam ainda este mês na África do Sul, mas a Disney ainda não revelou quando “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” chegará ao público. Até o momento, também não foram divulgadas informações sobre trilha sonora, participações especiais ou plataforma de lançamento. Enquanto aguardam novas novidades, os fãs celebram o retorno de uma das franquias mais queridas da Disney, que promete apresentar uma nova geração de Cheetah Girls sem deixar de homenagear o legado construído pelas personagens originais.

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Lançamentos

Rafa Garcia apresenta ‘Luz da Justiça’ com mensagem de esperança e fé

Novo single reforça identidade artística e mensagem centrada em Cristo O cantor, compositor e ministro de louvor Rafa Garcia lançou, no dia 4 de julho de 2026, o single autoral ‘Luz da Justiça’, trabalho que marca mais um passo em sua caminhada na música cristã contemporânea. A canção sucede ‘A Minha Vida Busca Ti’, lançada em maio de 2025, e reafirma a proposta do artista de unir excelência musical, influências do pop e do R&B e uma mensagem totalmente voltada para Jesus Cristo. Mais do que um novo lançamento, a música representa uma fase de amadurecimento artístico e espiritual do cantor. A composição, iniciada ainda na adolescência e concluída anos depois, traduz a própria jornada de fé de Rafa Garcia e evidencia seu propósito de utilizar a música como instrumento de evangelização e fortalecimento da fé cristã. Música acompanha Rafa Garcia desde a infância A relação de Rafa Garcia com a música começou muito cedo. Inserido em um ambiente familiar onde a arte sempre esteve presente, ele encontrou na própria casa as primeiras referências musicais. Sua mãe chegou a gravar um álbum com o grupo Cristo Agora, experiência que despertou nele o interesse pela música ainda na infância. O primeiro instrumento escolhido foi a bateria. Durante sete anos, Rafa dedicou-se ao estudo do instrumento, período que lhe proporcionou uma sólida formação musical e contribuiu para desenvolver senso rítmico, técnica e percepção artística. Essa base instrumental se tornaria importante nos anos seguintes, quando o músico passou a compreender que seu principal chamado não estava atrás dos tambores, mas diante do público, utilizando a voz como principal ferramenta para transmitir mensagens de fé. Chamado para o ministério de louvor Ao longo da caminhada cristã, Rafa Garcia percebeu que cantar e compor eram formas de cumprir sua missão ministerial. Há mais de 12 anos atuando como ministro de louvor, ele encontrou na igreja um espaço onde sua vida espiritual e musical cresceram simultaneamente. Foi nesse ambiente que a composição ganhou protagonismo em sua trajetória. Em vez de produzir músicas voltadas apenas ao entretenimento, Rafa passou a desenvolver canções que refletissem experiências vividas com Deus e que pudessem alcançar outras pessoas por meio da adoração. Essa proposta permanece presente em seus lançamentos autorais, que têm como foco principal apresentar a mensagem do Evangelho de maneira contemporânea, mantendo o conteúdo bíblico como elemento central das composições. Influências unem música cristã e referências internacionais A identidade musical construída por Rafa Garcia reúne influências variadas. Dentro da música cristã nacional, artistas como Theo Rubia, Eli Soares e a banda Morada exercem papel importante na maneira como ele comunica sua fé através das canções. Ao mesmo tempo, referências da música internacional ajudam a moldar sua sonoridade. Entre os nomes que inspiram o artista estão Michael McDonald, Charlie Puth e o guitarrista Cory Wong, conhecidos por trabalhos que transitam entre o pop, o R&B, grooves marcantes e arranjos sofisticados. Essa combinação resulta em uma proposta musical moderna, que busca dialogar com diferentes públicos sem abrir mão da mensagem cristã. Os elementos contemporâneos presentes na produção ajudam a aproximar o conteúdo das novas gerações, mantendo a qualidade artística como uma das prioridades do projeto. ‘Luz da Justiça’ nasceu na adolescência e foi concluída anos depois Um dos aspectos mais marcantes do novo lançamento é a história por trás da composição. ‘Luz da Justiça’ começou a ser escrita ainda na adolescência de Rafa Garcia. Na época, surgiram a melodia principal e o refrão da música. Embora a ideia inicial estivesse pronta, a composição permaneceu inacabada durante vários anos. Somente mais tarde, já casado e vivendo uma fase de maior maturidade espiritual, o artista encontrou inspiração para finalizar a obra. O resultado foi uma canção construída ao longo de diferentes momentos de sua vida, refletindo tanto seu crescimento pessoal quanto sua caminhada com Deus. Esse processo de composição evidencia como determinadas experiências amadurecem com o tempo e encontram o momento certo para serem compartilhadas com o público. Mensagem coloca Jesus Cristo no centro da composição Ao apresentar o novo single, Rafa Garcia reforça que sua carreira musical possui um propósito bem definido. Segundo o artista, a música não existe para promover sua própria história, mas para testemunhar aquilo que Jesus Cristo realizou e continua realizando em sua vida. “O resultado é uma canção que atravessou diferentes fases da minha vida, amadurecendo junto com minha caminhada de fé até chegar à sua versão definitiva.” Essa visão também se reflete em sua missão como compositor. Cada música nasce com o objetivo de anunciar o Evangelho, fortalecer pessoas em sua caminhada espiritual e conduzir corações à presença de Deus. Em um cenário musical cada vez mais diverso, Rafa procura desenvolver produções que conciliem qualidade técnica, identidade artística e conteúdo espiritual consistente. Produção aposta em sonoridade contemporânea Além da mensagem, ‘Luz da Justiça’ chama atenção pela proposta musical. A produção aposta em elementos característicos do pop contemporâneo, incorporando influências do R&B, grooves modernos e arranjos cuidadosamente elaborados. A combinação busca criar uma experiência sonora atual sem perder a essência da música cristã congregacional e devocional. A escolha dessa linguagem musical acompanha uma tendência observada entre novos artistas do segmento gospel, que procuram dialogar com públicos mais amplos utilizando referências presentes no mercado internacional. Para Rafa Garcia, essa construção estética não substitui a mensagem, mas funciona como uma ferramenta capaz de potencializar o alcance das canções. Trajetória autoral segue em expansão Com apenas dois lançamentos autorais disponíveis, Rafa Garcia demonstra uma proposta artística bem definida. Enquanto ‘A Minha Vida Busca Ti’ marcou o início oficial de sua trajetória como compositor, ‘Luz da Justiça’ amplia essa identidade e evidencia um processo de amadurecimento musical e ministerial. A expectativa do cantor é continuar desenvolvendo novos projetos que mantenham a mesma essência: músicas que unam excelência artística, letras sinceras e conteúdo bíblico. Mais do que construir uma carreira na indústria musical, Rafa Garcia afirma desejar que cada composição seja uma ferramenta capaz de aproximar pessoas de Cristo e oferecer esperança por meio da fé. Música como instrumento de transformação

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Música

Com novo EP, Samuel Bueno reforça proposta que une literatura e rock

Depois de apresentar seu primeiro trabalho autoral em 2025, o cantor e compositor paranaense Samuel Bueno prepara um novo capítulo na carreira com o lançamento do EP ‘A Voz do Verso’. Natural de Cascavel (PR) e atualmente morando em Curitiba (PR), o artista aposta em uma sonoridade que mistura indie rock, chamber pop e elementos da música de câmara, mantendo a poesia como um dos pilares de sua identidade musical. O novo trabalho sucede Por Rostos e Flores, EP lançado em 2025 pela Valetes Records e produzido por Emil Shayeb. O projeto de estreia conquistou boa repercussão nas plataformas digitais, ultrapassando 100 mil reproduções no Spotify, enquanto o videoclipe da faixa “Qualquer Coisa” já soma mais de 102 mil visualizações no YouTube. A música faz parte da vida de Samuel desde cedo. Aos nove anos aprendeu violão e, praticamente no mesmo período, descobriu o rock, gênero que moldou sua formação artística. Alguns anos depois começou a compor ao lado do irmão mais velho, Lucas Bueno, responsável por despertar nele o interesse pela literatura e pela poesia. Essa influência permanece evidente em suas canções. “Uma canção sem poesia é uma canção desperdiçada. Para mim, pelo menos um verso deve rasgar o tecido da realidade”, afirma o músico. Um passo além O novo EP reúne quatro faixas inéditas: Até o Fim, Aceso / Azul, A Arte e o Tempo e A Tua Lembrança. Segundo Samuel, o projeto representa uma evolução natural em relação ao trabalho anterior. “Esse EP pra mim é um passo além do que construímos no primeiro. Já comecei a criar as canções pensando no lugar exato em que eu gostaria de chegar. A forma de composição mudou, dando um espaço maior à melodia, mas tentando equilibrar o melhor dos dois mundos.” Mesmo com essa evolução, a proposta sonora permanece a mesma: unir guitarras, baixo e bateria aos timbres de violinos, violas e violoncelos, uma característica marcante do chamber pop. Embora o estilo tenha sido explorado por artistas como Beatles, David Bowie, The Last Shadow Puppets e Nick Cave, Samuel acredita que ainda existe pouco espaço para essa linguagem na música brasileira contemporânea. “Me sinto feliz por estar propondo algo diferente e autêntico dentro do cenário musical.” As histórias das músicas O primeiro single, “Até o Fim”, fala sobre o momento em que toda racionalidade desaparece e resta apenas a conexão com a música. Já “Aceso / Azul” retrata a beleza quase sobrenatural de uma mulher que parece reunir em si todas as cores de um dia perfeito. Em “A Arte e o Tempo”, Samuel apresenta talvez sua composição mais reflexiva. Inspirada em um conto de Eduardo Galeano, a letra aborda o sentimento de não pertencimento diante da intolerância, da polarização e da dificuldade de se reconhecer em valores compartilhados por pessoas próximas. “A letra fala sobre a falta de identificação com as pessoas à sua volta, politicamente, espiritualmente e eticamente. É ver pessoas com quem você cresceu apoiarem um político violento e ignorante e sentir uma profunda tristeza diante dessa brutalidade compartilhada.” Fechando o EP, “A Tua Lembrança” traz uma atmosfera mais delicada. A canção de amor é considerada pelo próprio artista como a favorita do projeto. “O processo de composição foi um dos mais prazerosos que já vivi. As ideias simplesmente fluíam e, para mim, ela encerra o EP de uma forma muito especial.” Entre a poesia e o rock Influenciado por nomes como Bob Dylan, Leonard Cohen, Gustavo Cerati, Alex Turner e Belchior, Samuel Bueno segue construindo uma carreira baseada na combinação entre letras literárias e arranjos sofisticados Siga no Instagram @samuelbbueno Ouça Agora:

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Famosos

Casamento de Taylor Swift e Travis Kelce movimenta fãs com rumores sobre cerimônia em Nova York

Autorizações para um grande evento em Manhattan aumentam especulações sobre possível casamento da cantora O possível casamento de Taylor Swift e do jogador da NFL Travis Kelce voltou a dominar as redes sociais e os tabloides internacionais. Após o casal ficar noivo no ano passado, os rumores ganharam ainda mais força nos últimos dias com a informação de que autoridades de Nova York receberam pedidos de autorização para um grande evento entre os dias 2 e 4 de julho, no entorno do Madison Square Garden, em Manhattan. Segundo informações publicadas pelo The New York Times, o período coincide com o feriado da Independência dos Estados Unidos e prevê o fechamento de diversas ruas da região, alimentando as especulações de que a cerimônia possa acontecer na cidade. Até o momento, nem Taylor Swift nem Travis Kelce confirmaram oficialmente qualquer detalhe sobre um possível casamento. Conhecida por manter a vida pessoal sob sigilo e por surpreender os fãs com anúncios inesperados, a cantora não comentou os rumores. Enquanto isso, relatos sobre movimentação de caminhões descarregando equipamentos na área e supostos cronogramas para o fim de semana aumentaram ainda mais a curiosidade dos fãs. Além das especulações sobre a cerimônia, Nova York vive um período de intensa movimentação por conta das comemorações dos 250 anos da independência americana, da realização de partidas da Copa do Mundo da FIFA 2026 e de diversos eventos programados para o feriado prolongado. Por enquanto, o casamento continua cercado de mistério, mas a expectativa é que os próximos dias esclareçam se o evento realmente acontecerá ou se tudo não passa de mais um rumor envolvendo um dos casais mais comentados do entretenimento mundial.

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Mercado

Como combinar tênis com alfaiataria no inverno

O estilo que saiu das passarelas e tomou conta da rotina urbana já tem versão para quem não abre mão do conforto nos pés São Paulo, junho de 2026 — Não é tendência passageira nem aposta editorial. A alfaiataria combinada com tênis casual já é o look mais visto nas ruas, nos escritórios e nos eventos de quem equilibra presença e praticidade no dia a dia. O inverno 2026 consolida de vez esse encontro, e a Usaflex, referência em calçados femininos de conforto no Brasil, aposta que a chave para acertar a produção está no tênis certo, aquele que sustenta a elegância do blazer sem pedir nenhum sacrifício para os pés. A combinação, que já circulava nas semanas de moda internacionais há algumas temporadas, finalmente encontrou seu caminho definitivo para o guarda-roupa cotidiano. O que antes soava como ousadia fashion hoje é uma escolha prática com resultado estético apurado: o volume das calças de alfaiataria, especialmente os modelos wide leg e de cintura alta, pede contraposição na base. O tênis, sobretudo em couro ou com acabamentos mais limpos, entra nessa equação como o elemento que ancora o look sem pesá-lo. Na coleção de Inverno 26 da Usaflex, essa lógica se traduz em modelos que carregam a sobriedade necessária para dialogar com peças estruturadas. Os tênis aparecem em couros escovados, tons neutros e silhuetas limpas, o que os torna parceiros naturais tanto de terno completo quanto de blazer com calça reta. A paleta da estação, com avelã, marinho e tons terrosos, conversa diretamente com as cores que dominam o alfaiate deste inverno. Como combinar? A tríade mais certeira do inverno é a junção de um blazer oversized com uma calça wide leg. Para esse look, o Tênis Couro Marrom Cadarço Elástico em couro, com silhueta limpa e sola EVA de 4 cm que dão estrutura sem elevar demais a base . Ele vem nas cores off-white, bege, preto e marinho, o que facilita a vida de quem monta looks com alfaiataria em diferentes tonalidades. O blazer grande pede calça folgada e um tênis com presença, mas sem plataforma exagerada. Funciona para reunião, jantar e fim de semana e vai de segunda à sexta sem precisar trocar de modelo. Tênis Couro Marrom Cadarço Elástico Preço: R$479,99 Usaflex | SAC: https://www.usaflex.com.br | IG: @usaflex Já o terno completo com um tênis branco é o clássico que não sai de moda. O Tênis Couro Branco Zíper Lateral Cadarço Elástico é em couro liso, fechamento com zipper lateral e palmilha Ortholite, o que garante que o visual limpo de fora acompanhe o conforto real de dentro. Ele vem em off-white, cor certa para o terno, mas também em preto, bege, bordo e marinho para quem prefere a versão mais discreta da combinação. O branco do tênis quebra a seriedade do conjunto e moderniza sem esforço. Para o inverno, a versão em couro com acabamento mais trabalhado entra melhor do que modelos esportivos tradicionais. Tênis Couro Branco Zíper Lateral Cadarço Elástico Preço: R$399,99 Usaflex | SAC: https://www.usaflex.com.br | IG: @usaflex Se você procura por uma versão mais casual, sem perder o refinamento, aposte em uma calça de alfaiataria com moletom cropped e tênis. Aqui, o Tênis Tricot Preto Cadarço Elástico resolve a equação com facilidade por se tratar de um modelo em malha estruturada, com tecnologia Impulse embutida no solado e perfil esportivo que contrasta bem com o corte reto da calça. O moletom equilibra o formalismo da calça e o tênis com tecnologia de amortecimento fecha o círculo entre estilo e prática. Tênis Tricot Preto Cadarço Elástico Preço: R$379,99 Usaflex | SAC: https://www.usaflex.com.br | IG: @usaflex Já para quem quer aproveitar o vestido de alfaiataria com praticidade, aposte em um tênis de couro. O Tênis Couro Marrom Cadarço Elástico possui um couro natural, com acabamento texturizado, além de um perfil limpo para dialogar com vestidos de corte reto sem parecer casual demais, substituindo o tradicional scarpin sem comprometer a sofisticação da peça. Tênis Couro Marrom Cadarço Elástico Preço: R$399,99 Usaflex | SAC: https://www.usaflex.com.br | IG: @usaflex A coleção de Inverno 26 da Usaflex já está disponível nas franquias, lojas multimarcas e no site oficial da marca. Sobre a Usaflex A Usaflex entende que é a partir dos pés que a vida flui, por isso, une conforto e beleza em calçados e bolsas que acompanham a rotina da mulher real. Ao contrário do senso comum, a marca acredita que a zona de conforto não é um lugar de acomodação, mas o ponto de partida seguro e potente para qualquer conquista. É com essa visão que a marca desenvolveu a Tecnologia do Bem-Andar, plataforma proprietária que une inovação e bem-estar para garantir que os pés das suas consumidoras possam ir mais longe, afinal, a Usaflex carrega em sua essência um convite: viver pede conforto. Essa entrega de valor se traduz em uma produção diária de até 25 mil pares e em mais de 50 linhas de produtos, presentes no dia a dia de milhares de mulheres através da loja virtual, parceiros multimarcas, 370 franquias no Brasil e mais de 30 lojas no exterior. www.usaflex.com.br IG: @usaflex

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Entretenimento

E se os mitos sobre o Conde Drácula forem verdade?

    Em “Cem anos depois”, Deyse O. S. expande o universo criado por Bram Stoker para narrar as investigações sobre o vampiro mais famoso do mundo Um grupo de pesquisadores da Noruega recebe uma missão que parece até uma peça pregada pelos líderes da Comissão Organizadora da Expedição: viajar à Romênia em busca de informações e artefatos relacionados ao Conde Drácula. Os arqueólogos, antropólogos e historiadores convocados aceitam a tarefa com ceticismo, porém, um século depois da possível morte do vampiro mais famoso do mundo, eles partem para a Vila das Brumas, na região da Transilvânia, em busca de respostas para o mito. Esse é o ponto de partida de Cem anos depois, romance de suspense e mistério da autora Deyse O. S. que expande o universo criado por Bram Stoker. Na obra, as verdades sobre a figura por trás da lenda são incertas, mas os profissionais precisam reunir documentos – pergaminhos, diários, cartas, manuscritos e objetos antigos – para montar uma exposição intitulada “Draculheim” e realizada por um importante museu. Dormiram mal, angustiados com os sentimentos estranhos dos últimos dias. Mas sabiam que a missão não acabaria com a volta à Noruega. Algo os ligava àquela história de um modo que ainda não compreendiam. Nem todos os segredos haviam sido revelados. O mais sombrio… talvez já estivesse entre eles, à espera. Paciente como a noite, aguardava o instante exato para se revelar. E talvez… já fosse tarde demais. (Cem anos depois, p. 117) Ao lado dos responsáveis pela missão, Haakon, Norabel, Odin, Alvis, Andress, Kristine, Berg e Henrik, os leitores imergem em uma aventura soturna e adentram o universo de Vila das Brumas, cujo mapa é apresentado nas primeiras páginas. Tão pequeno que tem apenas uma rua composta por uma taverna, a casa do padre, uma igreja, um colégio, um edifício público, um lago e um castelo, esse vilarejo transmite uma atmosfera de silêncio, solidão e assombro que percorre toda a narrativa. Enquanto a publicação do escritor irlandês é um dos maiores clássicos da literatura gótica, este lançamento se aproxima dos gêneros de suspense e mistério. Com capítulos curtos repletos de reviravoltas e trechos de documentos antigos, cartas e diários, o livro desvela enigmas que provavelmente seriam melhores se tivessem permanecido sem respostas. Ambientada em 1997, mas perpassando diferentes períodos históricos, a obra mantém fidelidade e coerência com os acontecimentos apresentados. A partir de uma extensa pesquisa documental sobre guerras, eventos do passado, descobertas arqueológicas e tecnologias de épocas distintas, a autora propõe uma história com uma multiplicidade de informações que se conectam como peças de um grande quebra-cabeça. “Em Cem anos depois, minha intenção é mostrar como o passado nunca deixa de existir completamente. Muitas histórias, lendas e acontecimentos permanecem vivos através do tempo, esperando alguém disposto a investigar e descobrir a verdade”, explica Deyse O. S. FICHA TÉCNICA Título: Cem anos depois Autora: Deyse O. S. Editora: LC Books ISBN/ASIN: 978-65-84222-46-5 Páginas: 336 Preço: R$ 72,90 (físico) | R$ 14,90 (e-book) Onde comprar: Amazon Sobre a autora: Leitora desde a infância e apaixonada por histórias de ficção, Deyse Oliveira de Souza estreia na literatura com o livro Cem anos depois e assina com o nome Deyse O. S. No romance que marca o início da sua carreira de escritora, ela expande o universo de Drácula a partir de uma trama sustentada por uma extensa pesquisa histórica e cultural. Enquanto também trabalha na área de T.I., segue desenvolvendo projetos literários voltados ao suspense policial e ao mistério.   Instagram: @deyse.os.escritora

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