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Planeta Atlântida 2026 celebra 30 anos com cobertura da Rádio Mundo Pop Recife

Está acontecendo neste final de semana o Planeta Atlântida 2026, o maior festival de música do Sul do Brasil, que neste ano comemora uma marca histórica: 30 edições de muita música, emoção e grandes encontros. Reunindo milhares de pessoas, artistas consagrados e novas apostas da música brasileira, o festival transforma o litoral gaúcho em um verdadeiro palco de experiências inesquecíveis, consolidando o Planeta Atlântida como um dos eventos mais importantes do país. E tem Nordeste representado em grande estilo! 🌎✨ A Rádio Mundo Pop Recife é a única rádio do Nordeste com cobertura exclusiva direto do Planeta Atlântida 2026, levando para os ouvintes tudo o que acontece nos bastidores e nos palcos do festival. Durante todo o final de semana, a Mundo Pop traz: •flashes ao vivo •conteúdos especiais •entrevistas •curiosidades •e os principais momentos do festival Tudo isso com a linguagem jovem, pop e conectada que já é marca registrada da rádio. Acompanhe a cobertura completa pela programação da Rádio Mundo Pop Recife, no site, nas redes sociais e nas plataformas digitais. O Planeta Atlântida é gigante — e a cobertura também! 🚀🎧 Rádio Mundo Pop Recife Um mundo de hits pra você!

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Famosos

Bloco Maravilhosas estreia na orla de Ipanema e aposta na energia “CarnaFunk” de Ana Petkovic

O próximo domingo, 1º de fevereiro, marca a chegada de uma proposta inovadora ao pré-carnaval da Zona Sul carioca. O Bloco Maravilhosas faz sua estreia oficial na orla de Ipanema, trazendo como fio condutor a celebração do empoderamento feminino, da diversidade e do protagonismo das mulheres na folia de rua. No centro dessa movimentação, a cantora e musicista Ana Petkovic integra o coletivo de artistas, levando para a orla a estética do CarnaFunk, a fusão rítmica que une a tradição carnavalesca à batida urbana do funk. Conduzido pela cantora Mariah Marini, o bloco será a única agremiação a desfilar nas areias de Ipanema nesta data, propondo uma reflexão contemporânea: “O que é ser uma Garota de Ipanema hoje?”. Para responder a essa provocação, o coletivo aposta na representatividade de suas integrantes, unindo música, performance e uma linguagem visual impactante. CarnaFunk: A Identidade do Verão A participação de Ana Petkovic no desfile ocorre em um momento de intensa movimentação em sua carreira. Recentemente consagrada em sua apresentação na virada de ano no Piscinão de Ramos, a artista traz para o asfalto de Ipanema a sonoridade que tem pautado seu verão: o CarnaFunk. Essa mistura estratégica reflete a essência das produções de Ana, que imprime brasilidade e atitude em suas composições, conectando-se diretamente com o público jovem que busca inovação no carnaval de rua. Embora o coletivo seja a alma do projeto, a presença de Ana Petkovic reforça a conexão do bloco com as tendências da música urbana atual. A artista, que transita entre o pop e o funk com domínio técnico de piano e guitarra, utiliza o espaço das “Maravilhosas” para celebrar a cultura carioca em sua forma mais vibrante. O momento coincide com a divulgação de seus recentes trabalhos de verão, como o single “Não Vai Ter no Carnaval”, que dialoga com a atmosfera festiva e livre proposta pelo bloco. Protagonismo e Performance no Posto 10 O desfile do Bloco Maravilhosas é fundamentado no conceito de um coletivo seguro e acolhedor, onde o protagonismo feminino é a pauta principal. Ana Petkovic, criada no Rio de Janeiro e com uma trajetória marcada pela independência artística, personifica a evolução da “garota de Ipanema” para uma mulher que dita seu próprio ritmo e ocupa o espaço público com voz e performance. O encontro de Ana com Mariah Marini e o time de artistas do coletivo promete transformar o Posto 10 em um palco de diversidade. A proposta é apresentar um carnaval que respeita as raízes, mas que não tem medo de flertar com o grave do funk e com a energia do pop moderno. É a consagração do CarnaFunk como uma das grandes identidades do verão 2026. Serviço e Concentração A experiência das Maravilhosas começa cedo para aproveitar o cenário icônico da orla. A concentração está marcada para as 8h, na altura do Posto 10 (Rua Aníbal de Mendonça), e o desfile segue até as 12h. O evento foi planejado para oferecer uma experiência de entretenimento completa, onde a música e a mensagem de empoderamento caminham juntas sob o sol do Rio de Janeiro.       INFORMAÇÕES GERAIS – BLOCO MARAVILHOSAS Data: Domingo, 01 de fevereiro de 2026. Horário: 08h às 12h. Local: Posto 10 – Orla de Ipanema (Rua Aníbal de Mendonça).

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Música

Anitta aposta no signo de Câncer e reforça protagonismo fashion nos Ensaios do Rio de Janeiro

A cantora Anitta voltou a transformar música, moda e astrologia em espetáculo neste domingo (25), ao levar mais uma edição dos Ensaios da Anitta para o gramado do Riocentro, no Rio de Janeiro. Em sua cidade natal, a artista escolheu um figurino inspirado no signo de Câncer, reafirmando a proposta estética do projeto pré-carnavalesco de 2026, que tem como tema central o “Cosmos”, celebrando o universo místico e astrológico. A apresentação teve início às 15h e reuniu milhares de fãs, consolidando mais uma vez o sucesso da temporada. Logo no retorno ao Rio, Anitta mostrou por que segue sendo uma das artistas mais influentes do país quando o assunto é performance visual. O look inspirado em Câncer traduziu características como sensibilidade, intensidade emocional e conexão com as origens, atributos associados ao signo regido pela Lua. A escolha dialogou diretamente com o momento da cantora, que tem explorado cada vez mais narrativas simbólicas e conceituais em seus projetos artísticos. Moda, astrologia e identidade no Carnaval 2026 Em 2026, Anitta decidiu mergulhar de vez na astrologia como fio condutor do seu Carnaval. O tema “Cosmos” conecta signos, planetas e elementos místicos, criando uma experiência que vai além do show musical. Cada apresentação dos Ensaios traz um figurino exclusivo, inspirado em um signo do zodíaco, reforçando a ideia de que o Carnaval também pode ser um espaço de expressão artística e conceitual. No Rio de Janeiro, o figurino de Câncer ganhou destaque não apenas pelo simbolismo, mas também pela riqueza de detalhes e pela construção estética assinada por uma equipe criativa já conhecida do público. A criação leva a assinatura de Anitta, Daniel Ueda e Leo Borges, nomes que vêm colaborando com a artista em projetos que misturam moda, performance e identidade visual forte. O desenvolvimento do look ficou a cargo da Artemisi em parceria com o Atelier Fabulous, enquanto a produção de moda foi realizada por Hugo Machado, Isabella Ramos e Layse Araújo. Os arranjos de cabeça, elemento sempre marcante nos Ensaios, foram assinados por Ramon Quinhones, e as botas ficaram sob responsabilidade de Lucas Regal, completando a composição com personalidade e impacto visual. Ensaios da Anitta consolidam sucesso nacional O retorno ao Rio de Janeiro acontece em meio a uma temporada extremamente bem-sucedida dos Ensaios da Anitta em 2026. Antes da apresentação deste domingo (25), o projeto já havia passado por Belém, Fortaleza, Recife, Brasília, Campinas e pelo próprio Rio de Janeiro, todas as datas com ingressos esgotados e forte repercussão nas redes sociais. A proposta dos Ensaios vai além de aquecer o público para o Carnaval. O evento se consolidou como um espaço de encontros musicais, diversidade de ritmos e celebração da cultura popular brasileira. Em cada cidade, Anitta recebe convidados musicais surpresa, mantendo o fator inesperado como um dos grandes atrativos do projeto. Nesta temporada, já dividiram o palco com a cantora artistas de diferentes gêneros e regiões do país, como Viviane Batidão, Gaby Amarantos, Daniela Mercury, Xand Avião, MC Danny, Melody e Felipe Amorim. A mistura de estilos reforça a proposta plural do evento e amplia o alcance do projeto para públicos variados. Rio de Janeiro como ponto de conexão emocional Se em outras cidades os Ensaios da Anitta já carregam grande expectativa, no Rio de Janeiro o clima é ainda mais especial. Cidade natal da artista, o Rio representa uma conexão direta com suas origens e com a trajetória que a levou ao estrelato nacional e internacional. A escolha do signo de Câncer para o figurino neste retorno à capital fluminense reforça justamente essa relação com o lar, a memória afetiva e a identidade. O gramado do Riocentro se transformou em um grande espaço de celebração, reunindo fãs de diferentes idades que acompanharam não apenas o show, mas também cada detalhe visual pensado para a apresentação. A combinação entre música, figurino e conceito estético tem sido um dos principais diferenciais do projeto, tornando cada edição única. Agenda segue intensa pelo Brasil Após a apresentação no Rio de Janeiro, a agenda pré-carnavalesca de Anitta continua intensa nas próximas semanas. Os Ensaios da Anitta já têm datas confirmadas em Ribeirão Preto, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, ampliando ainda mais o alcance nacional do projeto. A cada nova cidade, a expectativa se renova tanto para o repertório quanto para os figurinos inspirados nos signos do zodíaco. A estratégia tem se mostrado bem-sucedida ao unir entretenimento, moda e storytelling, elementos que fazem parte da construção da marca Anitta ao longo dos últimos anos. Anitta e o poder da imagem no espetáculo pop Ao apostar em figurinos conceituais e narrativas visuais bem definidas, Anitta reafirma seu domínio sobre o espetáculo pop contemporâneo. Os Ensaios da Anitta se consolidaram como um projeto que vai além da música, dialogando com tendências de moda, cultura pop e comportamento. O uso da astrologia como linguagem simbólica aproxima ainda mais a artista de seu público, especialmente em um momento em que temas ligados ao misticismo e à espiritualidade ganham espaço no imaginário coletivo. Cada signo representado nos figurinos funciona como um convite à identificação e à interpretação, tornando o espetáculo ainda mais envolvente. Com o look inspirado em Câncer no Rio de Janeiro, Anitta mostrou mais uma vez que entende o Carnaval como uma plataforma de criação artística ampla, capaz de unir emoção, conceito e entretenimento em uma mesma experiência. Créditos do figurino – Ensaios da Anitta (Rio de Janeiro)Criação: Anitta, Daniel Ueda e Leo BorgesDesenvolvimento do look: Artemisi + Atelier FabulousProdução de moda: Hugo Machado, Isabella Ramos e Layse AraújoArranjos de cabeça: Ramon QuinhonesBota: Lucas Regal

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Música

Epílogo do 32º Porto Alegre em Cena traz estreia nacional de complexo b com Adriana Calcanhotto, João Camarero e José Miguel Wisnik, além de outros dois projetos de muito sucesso

Após apresentação retumbante em Portugal, complexo b marca chegada ao Brasil com estreia nacional em Porto Alegre. Duas apresentações na capital ocorrerão dias 28 de fevereiro e 1 de março, no Teatro Simões Lopes Neto.   Completam ainda a programação a retomada do projeto Gaúchos em Cena e os preparativos para a segunda edição do Reside Alegre, dessa vez no bairro Cidade Baixa, ambos no mês de maio   Crédito: Ricardo Lopes Link das fotos aqui   O espetáculo complexo b, fortemente ligado à música, poesia e cultura brasileira e lusitana, com Adriana Calcanhotto, José Miguel Wisnik e João Camarero, estreia no Brasil, durante o epílogo do 32º Porto Alegre em Cena. As apresentações ocorrerão nos dias 28 de fevereiro, às 20h, e 1 de março, às 18h, no Teatro Simões Lopes Neto, do complexo Multipalco Eva Sopher, em Porto Alegre. Ingressos à venda. Se unem a ele, no mês de maio, a retomada do projeto Gaúchos em Cena, com a elaboração da biografia da artista Carlota Albuquerque e ainda a primeira etapa de Reside Alegre, uma residência artística, desta vez no bairro Cidade Baixa.   “Quase uma tradição na história do Em Cena, atrações de lançamento e encerramento do festival fazem parte da programação. Este ano, não é diferente. Encerraremos a 32ª edição, com uma atração absolutamente especial. Em sua última apresentação em Porto Alegre, Wisnik comentou a apresentação em Lisboa, reunindo um time fantástico: ele, Adriana Calcanhotto e João Camarero, nome de ponta da nossa música. complexo b, a aula-show dos três bambas, fará a estreia brasileira aqui, o que me enche de alegria real. Eu não vou perder por nada”, assegura Luciano Alabarse, coordenador geral do Porto Alegre em Cena.   complexo b foi concebido especialmente para a Exposição Complexo Brasil, no mês de novembro do ano passado, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Portugal.  Unindo a cantora e compositora Adriana Calcanhotto, o compositor, pianista, cantor e ensaísta José Miguel Wisnik e o violonista João Camarero, o espetáculo propõe uma conversa expandida, na qual se desdobram sonoridades e elementos da poesia e da cultura brasileira e da cultura lusitana nas suas redes de subtilezas e complexidades.   Por aqui, a performance em cima do palco intercalará diálogos em que os artistas destacarão não só aspectos singulares da identidade poético-musical brasileira, como a permeabilidade entre o erudito e o popular, a música e a literatura e também diálogos com a poesia portuguesa, que atravessarão o roteiro das canções.   Este encontro especial entre três nomes de destaque na cena artística brasileira oferece uma espécie de ensaio multidimensional no qual vão emergindo variadas paisagens sonoras presentes na trajetória de cada um que, no seu conjunto, revelam e desvendam musicalmente a beleza da língua poética brasileira, constituída de memória e criação, ruína e reinvenção, mares e morros, e as vertigens entre o sagrado e o profano.   O repertório inclui obras de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Milton Nascimento e Caetano Veloso, Baden Powell, Arnaldo Antunes, além de canções autorias de Adriana Calcanhotto e de José Miguel Wisnik e diálogos com os poetas portugueses Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Adília Lopes, Fiama Hasse Pais Brandão.   Repertório de complexo b: Prelúdio opus n. 4 (Chopin)/ Insensatez (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes) Canção de Siruiz (Guimarães Rosa)/ A terceira margem do rio (Milton Nascimento/ Caetano Veloso) Nada (Adriana Calcanhotto sobre poema de Antonio Cicero) / Mortal loucura (sobre poema de Gregório de Matos, com inserção  de Se nada fiz na jornada, poema de Zé Bernardino) Tão pequeno (Caetano Veloso sobre poema de Luís de Camões) / Os Ilhéus (José Miguel Wisnik sobre poema de Antonio Cicero) O Outro (Adriana Calcanhotto sobre poema de Mário de Sá Carneiro) Clarice Lispector (Adriana Calcanhotto sobre poema de Adília Lopes) Poética do eremita (Adriana Calcanhotto sobre poema de Fiama Hasse Pais Brandão) Canção do exílio (Gonçalves Dias) Corre o mundo (Adriana Calcanhotto) Sim, sei bem (José Miguel Wisnik sobre poema de Ricardo Reis) Segue o teu destino (Sueli Costa sobre poema de Ricardo Reis) Noite de S. João (Fred Martins sobre poema de Ricardo Reis) Tarde em Itapuã (Toquinho/ Vinicius de Moraes) Afro-sambas (Baden Powell/ Vinicius de Moraes) Canto de Ossanha/ Berimbau/ Consolação João (Cézar Mendes/ Arnaldo Antunes) Parangolé Pamplona (Adriana Calcanhotto) Terra Estrangeira (José Miguel Wisnik) Chega de saudade (Tom Jobim/ Vinicius de Moraes)   RETOMADA DO PROJETO GAÚCHOS EM CENA, COM CARLOTA ALBUQUERQUE Na retomada do projeto Gaúchos em Cena, iniciativa do Porto Alegre em Cena, se reafirma o compromisso histórico do festival com a salvaguarda da memória artística do Rio Grande do Sul. A cada edição, o projeto dedica-se à elaboração de uma biografia sensível de um artista do Sul do país, reconhecendo trajetórias fundamentais para a constituição das artes cênicas e contribuindo para a visibilidade, o reconhecimento público e a preservação de seus legados estéticos, pedagógicos e políticos.   Para a 32ª edição do Porto Alegre em Cena, a artista escolhida é a coreógrafa e bailarina Carlota Albuquerque, figura incontornável da dança contemporânea brasileira. Fundadora do Terpsí Teatro de Dança, Carlota construiu, ao longo de décadas, uma obra marcada pela pesquisa do corpo como campo poético, político e sensível, atravessando linguagens, dialogando com o teatro, a música e as artes visuais, e formando gerações de artistas. Sua trajetória é reconhecida pela criatividade, ética e estética, pela consistência de sua pesquisa continuada e por sua contribuição decisiva para a consolidação da dança contemporânea no Rio Grande do Sul e no Brasil.   A escrita desta edição de Gaúchos em Cena será realizada pela atriz e gestora cultural Gabriela Munhoz e pela diretora, atriz, pesquisadora e teórica do teatro, Joana de Albuquerque, que se debruçam sobre esta escrita em um gesto de escuta, reflexão e partilha. O texto propõe não apenas um registro biográfico, mas um exercício de memória viva, que reconhece a artista em sua dimensão criadora, formadora e transformadora, reafirmando a importância de narrar e preservar histórias que constituem o presente e o futuro das artes cênicas.   “Jamais imaginei ter minha trajetória sendo homenageada assim, de forma tão especial, no Porto Alegre em Cena. Quando recebi o convite da minha querida Letícia Vieira,

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Entrevistas

Talento é superestimado: o sucesso que o Brasil celebra ignora quem nunca teve acesso ao processo

    Por trás das histórias inspiradoras de genialidade, idiomas e carreiras brilhantes existe um fator raramente discutido: acesso, permanência e privilégio Em entrevistas, eventos e redes sociais, histórias de pessoas que falam múltiplos idiomas, transitam entre culturas e constroem trajetórias admiradas costumam ser celebradas como prova de talento extraordinário, disciplina e força de vontade. O que quase nunca aparece é o bastidor: quantas oportunidades existiram, quantas redes de apoio sustentaram o caminho, e quantas pessoas ficaram pelo meio por nunca terem tido acesso ao mesmo processo. Ao observar trajetórias reais ao longo de sua atuação com comportamento humano e desenvolvimento, Jonathas Groscove, publicitário e estrategista digital, identificou um padrão recorrente: nem todos desistem porque querem, muitos desistem porque não conseguem permanecer. Durante décadas, o sucesso foi romantizado como resultado exclusivo de mérito individual. Mas uma análise mais profunda do comportamento humano revela uma verdade incômoda: resultados sustentáveis não nascem do talento, e sim da possibilidade de permanecer em processos ao longo do tempo, algo historicamente disponível para poucos. “A gente ama celebrar o resultado, mas ignora o caminho. E quando ignora o caminho, ignora também quem nunca teve chance de percorrê-lo”, afirma Jonathas Groscove, especialista em comportamento humano digital e posicionamento estratégico. Dominar 11 idiomas, por exemplo, não é apenas consequência de cursos ou métodos de ensino. É fruto de vivências culturais, deslocamentos, convivência contínua com diferentes contextos e, principalmente, da chance de não precisar interromper o próprio desenvolvimento para sobreviver. Para pessoas pertencentes a grupos historicamente minorizados, o acesso a viagens, intercâmbios, formações e ambientes de aprendizado sempre foi mais limitado. Muitas trajetórias não são interrompidas por falta de capacidade, mas por ausência de estrutura, incentivo, acolhimento e sustentação emocional e financeira. “A meritocracia virou uma forma elegante de culpar quem não teve acesso ao processo”, provoca o empresário. “Quando alguém precisa provar seu valor o tempo inteiro, o aprendizado deixa de ser crescimento e passa a ser desgaste”, completa Jonathas. A desistência precoce, frequentemente rotulada como falta de foco ou disciplina, revela um ponto pouco discutido: sobreviver em ambientes que não foram pensados para você custa mais energia, mais esforço e mais solidão. E esse custo raramente entra na conta quando histórias de sucesso são celebradas. Viajar, aprender idiomas e conviver com culturas diferentes permite compreender algo essencial: cada pessoa carrega um ritmo próprio, e medir trajetórias com a mesma régua é uma distorção perigosa, especialmente em empresas, escolas e instituições que dizem buscar diversidade e impacto social. “Processo não é sobre velocidade. É sobre permanência. E permanência só existe quando há estrutura, pertencimento e tempo”, reforça Jonathas. Enquanto empresas, instituições e a própria sociedade continuarem celebrando apenas resultados, sem revisar os processos que os sustentam. seguiremos confundindo privilégio com mérito e inspiração com exceção. Porque compreender processos é compreender pessoas. E compreender pessoas é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa, eficiente e verdadeiramente humana. Sobre Jonathas Groscove Jonathas Groscove é um influenciador digital, publicitário e empresário brasileiro conhecido por sua forte presença nas redes sociais e por defender valores como empatia, superação e conexões humanas no ambiente de negócios. Atuando no marketing digital, ele ganhou destaque com campanhas e cases de sucesso voltados à representatividade e à inovação, tornando-se uma figura reconhecida entre jovens empreendedores. Acompanhe em: Jonathas Groscove (@jonathasgroscove) – Instagram

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Música

Luan Pereira abre o ano com single inédito “Nunca Esquecido”, ao lado de Léo Foguete e Mc Don Juan

Dando o pontapé inicial em seus lançamentos de 2026, Luan Pereira apresenta “Nunca Esquecido”, single inédito que chega para reforçar a versatilidade do artista e sua força criativa dentro do cenário musical. Fora de projetos ou álbuns, a faixa marca o primeiro lançamento do cantor no ano e aposta em uma união potente de estilos ao lado de Léo Foguete e MC Don Juan. Assinada exclusivamente por Luan Pereira, a canção evidencia um dos pilares da carreira do artista: a composição. Responsável por grande parte do repertório que interpreta, Luan vem se consolidando não apenas como intérprete, mas como um compositor completo, conectado às histórias e sentimentos do público. Em “Nunca Esquecido”, ele transforma situações comuns das relações modernas em uma narrativa direta, irônica e fácil de se identificar. A música fala sobre términos mal resolvidos, versões distorcidas da história e aquele jogo emocional em que, mesmo após bloqueios, afastamentos e tentativas de substituição, o sentimento insiste em permanecer. Com uma letra forte e um refrão marcante, a faixa retrata o vai e vem dos relacionamentos de forma atual, dialogando diretamente com a linguagem das redes sociais e da geração conectada. O encontro com Léo Foguete acontece novamente após o sucesso de “Um Palmo”, parceria que teve grande repercussão e agora ganha um novo capítulo. Já a participação de MC Don Juan acrescenta ainda mais identidade à faixa, ampliando o alcance da música e reforçando a mistura de sonoridades que vem se tornando uma das marcas de Luan Pereira. Antes mesmo do lançamento oficial, “Nunca Esquecido” já demonstrava seu potencial. Um trecho da canção foi divulgado nas redes sociais e rapidamente passou a embalar trends e criações de fãs, além de gerar forte engajamento orgânico. Nos shows, Luan Pereira vem apresentando uma palhinha da música, recebendo resposta imediata e extremamente positiva do público, que já canta e reage como se o single fosse um hit consolidado. Além da faixa nas plataformas digitais, “Nunca Esquecido” ganhará também um clipe oficial, que será disponibilizado nos próximos dias. Gravado em um parque aquático, o vídeo aposta em uma atmosfera leve e descontraída, mostrando a sintonia e a diversão entre os artistas, em contraste com a história intensa retratada na letra. Com “Nunca Esquecido”, Luan Pereira inicia o ano reafirmando sua identidade artística, sua força como compositor e sua capacidade de transformar vivências comuns em músicas que rapidamente se conectam com o público.  

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