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Com público de 18 mil pessoas, Festival Rock Legends fortalece novo polo cultural em Tijucas

O último final de semana transformou o Parque das Flores na casa do rock em Santa Catarina. O Festival Rock Legends, realizado no bairro-cidade Flores de Sal, reuniu nove bandas, cervejarias artesanais, food trucks e milhares de fãs do gênero em dois dias de programação, que destacaram Tijucas como destino para eventos culturais de convivência e lazer. Abril, 2026 – Com uma estrutura pensada para toda a família, o Festival Rock Legends uniu gerações sob o som de clássicos que marcaram a história da música, no último fim de semana em Tijucas (SC), no bairro-cidade Flores de Sal. A combinação de entrada gratuita, área kids de 300 m², espaço pet friendly e uma variada oferta gastronômica, com 17 cervejarias artesanais e 14 food trucks, garantiu o sucesso de público nos dois dias de programação. Mais de 18,3 mil pessoas passaram pelo evento. Sediado no Parque das Flores, o festival apresentou ao público o conceito do Flores de Sal, maior bairro-cidade do Sul do Brasil, que busca integrar a comunidade e oferecer espaços de lazer e convivência. Com dimensões monumentais e capacidade para 25 mil habitantes, o projeto se destaca no cenário sul-brasileiro pela oferta de terrenos diversificados e infraestrutura de ponta. Somente na primeira fase, os moradores e visitantes terão à disposição mais de 100 mil m² de áreas verdes e espaços de convivência. O grande destaque do evento ocorreu no final da tarde de sábado (28). A banda argentina The Beetles, reconhecida como a principal cover do quarteto de Liverpool na América, subiu ao palco para um show nostálgico. O público acompanhou em coro hinos como Hey Jude, Let It Be e Yesterday. A programação seguiu intensa durante todo o fim de semana, com tributos a ícones como Red Hot Chili Peppers, Guns N’ Roses, Queen, Bon Jovi e AC/DC, que mantiveram a energia alta até o encerramento das atividades. Para Luciana Pereira, diretora da Urbani Cidades, responsável pelo desenvolvimento Flores de Sal, que organiza o evento, o sucesso do Rock Legends reforça o propósito de criar espaços que movimentam a comunidade. “Receber um público tão expressivo no Parque das Flores é a materialização da nossa visão. O projeto não é só um lugar para morar, é um destino de lazer, cultura e natureza para Tijucas e todo o litoral catarinense”, destaca. Sobre a Urbani Cidades A Urbani Cidades, integrante do renomado Grupo Petrasalis, é uma incorporadora de destaque no setor de desenvolvimento urbano sustentável. Com a expertise de um grupo familiar que começou sua trajetória há mais de 35 anos com a fabricação e representação de sal, a Urbani Cidades se consolidou com o inovador projeto Flores de Sal, em Tijucas (SC). Este bairro-cidade planejado abrange 4,6 milhões de metros quadrados e visa abrigar 25 mil pessoas, oferece infraestrutura completa, áreas de lazer sofisticadas e soluções sustentáveis que buscam unir qualidade de vida à expansão estratégica do litoral catarinense. O Grupo Petrasalis também integra a Petrasalis Empreendimentos, atuante em Itajaí, e a Morton Capital, especializada em condomínios logísticos, além de contar com importantes fábricas, como a Incotex, líder na produção de malhas, e a Refisa, uma das maiores refinadoras de sal do Brasil. Flores de Sal é o reflexo de uma história de visão, inovação e compromisso com o futuro das cidades e do litoral. https://www.floresdesal.com.br/

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Notícias

Protagonista de “GTA” na vida real viraliza ao buscar oftalmologista em Ceilândia – DF

Ceilândia-DF – Um vídeo que mistura nostalgia dos games com realidade está tomando conta das redes sociais nesta semana. O criador de conteúdo conhecido por personificar o icônico personagem CJ, do clássico Grand Theft Auto: San Andreas, surpreendeu seguidores ao trocar as ruas de “Los Santos” pelos corredores do Hospital de Olhos Santa Lucia e seguir todo o procedimento médico. Entretenimento, ensinamentos, humor e intencionalidade são características desta produção, que utiliza técnicas de edição para replicar os movimentos travados e os ângulos de câmera característicos do jogo de 2004, mostra o personagem em uma situação inusitada: realizando uma consulta de rotina. O Fim do “Grau” Diferente das missões perigosas do jogo, o objetivo do vídeo é desmistificar o procedimento que tem transformado a vida de milhares de brasileiros. A cirurgia refrativa é um procedimento a laser rápido e preciso, utilizado para corrigir erros comuns de visão, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, eliminando ou reduzindo drasticamente a dependência de óculos ou lentes de contato. O ponto alto da produção, que já soma mais de 900 mil visualizações, é o clássico exame de acuidade visual. Ao tentar ler as letras projetadas pela equipe médica, o CJ, mantendo toda a sua postura característica, erra cada uma das letras, em uma sequência cômica que reflete o cotidiano de quem sofre com problemas de visão. Criatividade Estratégica A ação foge do modelo tradicional de publicidade médica e hospitalar ao adotar o formato de entretenimento nativo das redes sociais. Ao colocar o protagonista de um dos jogos mais vendidos da história para cuidar da saúde ocular, o conteúdo gera identificação imediata com o público jovem e adulto. A produção é realizada pela equipe do influenciador, enquanto a asessoria e o conceito criativo de toda a ação foram idealizados pela Agência Boa Imagem, especialista em conectar marcas com o público em narrativas inovadoras. Você pode assistir ao vídeo em: https://www.instagram.com/p/DWZoQxBEQ7Q/

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Coberturas

Livros interativos estimulam o desenvolvimento infantil e fortalece vínculo entre pais e filhos

Leitura pode começar nos primeiros meses de vida e favorece linguagem, imaginação e conexão emocional Criar o hábito da leitura pode começar muito antes de a criança aprender a falar ou compreender histórias. Para muitos pais, ler para um bebê ainda parece cedo demais — mas especialistas apontam que o contato com livros desde os primeiros meses de vida traz impactos importantes para o desenvolvimento infantil. Mais do que entender o enredo, o bebê se beneficia da experiência: ouvir a voz dos pais, observar imagens e explorar o livro com as mãos. A leitura, nesse contexto, se transforma em um momento de vínculo afetivo, estímulo sensorial e construção da linguagem. A pediatra neonatologista Dra. Cecília Gama, coordenadora do núcleo de pediatria da Clínica Mantelli, recomenda que esse contato aconteça desde o nascimento. “Mesmo que o bebê ainda não compreenda a história, ele já se beneficia do ritmo da fala, da voz dos pais e da interação durante a leitura. Nos primeiros meses, o mais importante não é a narrativa, mas a experiência de conexão”, explica. Para Carmen Pareras, diretora editorial da Distribuidora Librum, o papel do livro na primeira infância vai além do desenvolvimento cognitivo. “O livro é uma ponte entre pais e filhos. Mesmo antes de compreender palavras, a criança percebe o afeto, a presença e a atenção dedicados naquele momento. É aí que nasce não só o interesse pela leitura, mas também a memória afetiva em torno dos livros”, afirma. Primeiros livros: simples, resistentes e visuais Nos primeiros meses de vida, os livros funcionam quase como uma extensão das descobertas do bebê sobre o mundo. Nessa fase, os mais indicados são os de pano, plástico ou cartonados, que podem ser manipulados com segurança. As imagens têm papel essencial. Figuras grandes, com alto contraste — especialmente em preto e branco — ajudam a estimular a visão, que ainda está em desenvolvimento. Histórias curtas ou páginas com poucas palavras também facilitam a interação. Ao apontar imagens e nomear objetos, os pais ajudam o bebê a criar conexões entre sons, palavras e significados. “Os livros interativos têm um papel importante porque convidam a criança a participar da leitura desde muito cedo. Elementos como abas, texturas e movimentos despertam a curiosidade e ajudam a transformar o livro em uma experiência mais envolvente, que dialoga com diferentes fases do desenvolvimento infantil”, acrescenta Carmen Pareras. Livros acompanham o crescimento da criança À medida que a criança cresce, os livros também evoluem, acompanhando seu desenvolvimento cognitivo, motor e emocional. Entre 0 e 6 meses, a exploração é principalmente sensorial — com olhos, mãos e, muitas vezes, a boca. Já dos 6 aos 12 meses, livros com imagens de objetos do cotidiano, como animais, alimentos e rostos, passam a fazer mais sentido. Elementos interativos, como texturas e abas, aumentam o interesse. A partir de 1 ano, entram em cena os livros interativos, que convidam a criança a participar ativamente da leitura. Obras com abas para abrir, texturas para tocar e histórias repetitivas ajudam a desenvolver atenção e curiosidade. Entre 2 e 3 anos, as narrativas começam a ganhar estrutura, com começo, meio e fim. Nessa fase, além da linguagem, os livros também estimulam a imaginação e a identificação emocional. Com o tempo, o livro deixa de ser apenas um objeto sensorial e passa a ocupar um papel importante na construção da linguagem, da criatividade e das emoções. Por que livros são melhores que telas na primeira infância Nos primeiros anos de vida, o cérebro passa por um período intenso de formação de conexões neurais. Por isso, experiências baseadas na interação humana são consideradas fundamentais para um desenvolvimento saudável. Durante a leitura compartilhada, diferentes habilidades são estimuladas ao mesmo tempo: linguagem, vocabulário, imaginação, atenção, memória e vínculo afetivo. O uso precoce de telas, por outro lado, tem sido associado a atrasos na linguagem, menor capacidade de atenção, pior qualidade do sono e redução das interações entre pais e filhos. Por esse motivo, entidades como a American Academy of Pediatrics recomendam evitar telas antes dos 2 anos de idade e priorizar atividades como brincar, conversar e ler com a criança. “O livro convida à interação. Ele abre espaço para perguntas, para a imaginação e para a conversa entre o adulto e a criança”, reforça a pediatra. Nem todo livro infantil é ideal Apesar dos benefícios, é importante escolher bem. Livros com muitos estímulos eletrônicos — como sons automáticos, luzes ou botões — podem tornar a experiência mais passiva, semelhante a um brinquedo eletrônico. Obras muito complexas para a faixa etária, com histórias longas ou excesso de informações, também podem gerar frustração e desinteresse. Para a especialista, o principal está além do objeto em si. “O valor da leitura não está apenas no livro, mas no momento compartilhado. O ideal é escolher obras adequadas à idade e transformar a leitura em um espaço de vínculo, conversa e descoberta”, conclui a Dra. Cecília Gama. Serviço: LEGO Classic: Construções em 5 minutos – 113,91 reais Editora: Catapulta Autor: Simon Beecroft Formato: Livro em caixa com peças LEGO Páginas: 96 Idade recomendada: a partir de 7 anos Sinopse: O livro reúne mais de 100 ideias de construções, jogos, quebra-cabeças e desafios para montar usando blocos LEGO®. As atividades foram pensadas para serem realizadas em poucos minutos, estimulando a criatividade, o raciocínio lógico e a imaginação das crianças. O kit acompanha peças que permitem colocar as propostas em prática imediatamente. Abremente Neuro 6–7 –  44,01 reais Autores: Os editores da Catapulta Editora: Catapulta ISBN: 978-65-5551-026-3 Formato: leque (formato de cabeça e cérebro) Tamanho: 14 x 9 cm Páginas: 114 Idade recomendada: a partir de 6 anos Sinopse: Parte da nova coleção Abremente Neuro, o livro convida crianças de 6 a 7 anos a explorar o funcionamento do cérebro enquanto se divertem com jogos e desafios. Com formato de leque em forma de cabeça e cérebro, a obra apresenta diversas atividades e experimentos que estimulam memória, atenção, sentidos, criatividade e outras habilidades cognitivas, transformando o aprendizado em uma experiência lúdica e interativa. Abremente Escrever

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Música

DJ Marlboro antecipou lançamento de “Legado O Funk Vive” em evento exclusivo e prometeu oprimeiro hit capaz de unir seis gerações

Primeiro videoclipe foi apresentado em estreia fechada neste domingo, 29 de março, reunindo influenciadores, artistas e nomes do funk em Mangaratiba O funk brasileiro viveu um novo capítulo. O lendário DJ Marlboro deu início ao seu projeto mais ambicioso com a estreia antecipada de “Legado (O Funk Vive)”, realizada neste domingo, 29 de março, em um evento exclusivo em Mangaratiba, no litoral do Rio de Janeiro. A primeira exibição do videoclipe aconteceu em um ambiente reservado, reunindo influenciadores digitais, artistas e representantes da cena do funk, que tiveram acesso antecipado ao lançamento da cantora MAREÉ, filha de MC Marcinho. A escolha por um evento fechado reforçou o posicionamento do projeto como uma experiência premium e estratégica, voltada para gerar impacto direto nas redes e no público formador de opinião. Uma música, seis versões e um conceito que atravessa décadas “Legado (O Funk Vive)” nasceu com uma proposta inédita no cenário nacional. Uma única música será desdobrada em seis versões diferentes, cada uma representando uma década, com identidade sonora, estética visual e linguagem próprias. O projeto percorre dos anos 60 até 2026, criando uma linha narrativa que conecta passado, presente e futuro do funk. Mais do que um lançamento, trata-se de uma construção artística contínua. MAREÉ representa a continuidade de uma história No centro da narrativa está MAREÉ, artista que carrega consigo um dos legados mais marcantes do gênero. Filha de MC Marcinho, ela surge como símbolo de continuidade e renovação dentro do funk melody. A presença do pai ao longo dos videoclipes reforça esse elo entre gerações e transforma o projeto em algo que ultrapassa o campo musical, entrando no território da memória afetiva e da identidade cultural. O momento que promete emocionar o Brasil já tem data O ponto máximo do projeto está marcado para 09 de agosto, data em que se celebra o Dia dos Pais. Neste dia, o público acompanhará um encontro histórico no palco, com MAREÉ cantando ao lado de MC Marcinho em uma apresentação que representa a essência do projeto. Não se trata de uma participação simbólica. É a materialização de uma história real, vivida e compartilhada com o público. Estratégia multiplataforma conecta música, eventos e redes sociais Cada etapa do projeto será acompanhada por uma estrutura completa de lançamento: Singles disponíveis nas plataformas digitais Videoclipes oficiais no canal de DJ Marlboro Eventos temáticos conectados a cada década apresentada Além disso, o projeto incorpora uma dinâmica inédita com influenciadores digitais. Durante os eventos, criadores de conteúdo participam de uma disputa baseada em engajamento. Aqueles que performam melhor seguem para as próximas fases, enquanto outros ficam pelo caminho. A estratégia transforma o lançamento em uma narrativa acompanhada em tempo real pelo público. Calendário oficial já movimenta o mercado 29 de março — Estreia exclusiva do primeiro videoclipe em evento fechado 28 de março — Anos 60 25 de abril — Anos 70 23 de maio — Anos 80 20 de junho — Anos 90 11 de julho — Anos 2000 08 de agosto — Versão 2026 Videoclipes sempre lançados no dia seguinte Eventos temáticos acompanham cada etapa Grande final em 09 de agosto, Dia dos Pais Um projeto que pode redefinir o alcance do funk “Legado (O Funk Vive)” surge com um objetivo claro. Criar um hit capaz de atravessar gerações, conectar diferentes públicos e reforçar o funk como um dos pilares da cultura brasileira Se atingir o impacto esperado, o projeto não será apenas um sucesso musical. Será um marco. O funk segue vivo e agora atravessa o tempo Ao unir tecnologia, narrativa familiar e estratégia digital, DJ Marlboro reafirma seu papel como um dos grandes arquitetos da música urbana no Brasil. O projeto transforma o funk em experiência, memória e futuro ao mesmo tempo. E desta vez, o Brasil inteiro está convidado a assistir esse legado acontecer.   Reportagem: Betoh Cascardo Produção e Comunicação: BC Comunicação

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Famosos

Compositor de hits que somam milhões de streams, Matheus Tutz avança na carreira como cantor

Responsável por sucessos gravados por grandes nomes da música brasileira, o cantor e compositor Matheus Tutz vem consolidando sua transição dos bastidores para o protagonismo artístico. Com um repertório que já ultrapassa a casa dos milhões de execuções nas plataformas digitais, o artista desponta como uma das apostas da nova geração do sertanejo e do forró. Somando apenas seus principais lançamentos como intérprete, Matheus Tutz acumula centenas de milhares de reproduções no Spotify. Faixas como “Paredão de Goiás (Ao Vivo)” já superam 600 mil plays, enquanto “Fecha o Porta Mala” se aproxima dos 400 mil. Outras músicas como “Saveirão” e “Até Descobrir” também registram números expressivos, reforçando o crescimento consistente do artista nas plataformas. No total, considerando seus trabalhos como cantor e o alcance de suas composições gravadas por terceiros, o repertório assinado por Tutz ultrapassa a marca de milhões de streams, evidenciando sua força criativa dentro da indústria musical. Antes de ganhar visibilidade como intérprete, Matheus Tutz já havia construído uma trajetória sólida como compositor. Ele é responsável por músicas como “Canudinho”, “Bombonzinho”, “Se Eu Te Perdoar”, “Triplex”, “Morena do 085”, “Elevador”, “Me Usa” e “Olho Marrom”, faixas que conquistaram o público nas vozes de artistas de grande alcance e se consolidaram como hits recentes. Com uma escrita marcada por temas populares e forte apelo emocional, o artista se destaca pela capacidade de transformar vivências cotidianas em canções de grande identificação. A combinação entre linguagem acessível e refrões marcantes tem sido um dos principais diferenciais de seu trabalho. Além do desempenho nas plataformas de áudio, Matheus Tutz também mantém presença ativa no ambiente digital, acumulando milhares de visualizações no YouTube e ampliando sua base de ouvintes mensais, que já ultrapassa a marca de 50 mil no Spotify. O movimento de assumir a própria voz no mercado acompanha uma tendência crescente entre compositores de sucesso. No caso de Tutz, a transição acontece sustentada por números consistentes e por um repertório já validado pelo público. Com crescimento contínuo e reconhecimento nos bastidores, Matheus Tutz avança agora para consolidar seu nome também à frente dos palcos, em um momento que pode marcar uma nova fase em sua carreira.

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Lançamentos

Hit “Abracadabra”, de Lady Gaga, ganha versão brasileira com voz de Ana Petkovic e produção do Brusa Funk

O encontro entre o Pop internacional e a energia da música urbana brasileira acaba de ganhar um novo destaque. A cantora, compositora e musicista Ana Petkovic se uniu ao coletivo BRUSA FUNK e ao produtor DJ Pett para lançar uma versão brasileira de “Abracadabra”, sucesso mundial de Lady Gaga. A releitura, que combina a sofisticação do Pop global com a batida envolvente do funk brasileiro, já havia conquistado o público antes mesmo do lançamento oficial. A primeira apresentação aconteceu durante o Réveillon de 2026, no Rio de Janeiro, onde a resposta imediata da plateia motivou a transformação da performance em uma faixa oficial. Segundo Ana Petkovic, o projeto surgiu de forma natural a partir dessa conexão com o público. A artista destaca que a proposta sempre foi aproximar grandes sucessos internacionais da identidade rítmica brasileira, criando uma experiência única. Cantando e compondo em quatro idiomas, ela reforça sua versatilidade e sua proposta artística multicultural. O trabalho conta com a assinatura do BRUSA FUNK, movimento criativo que vem se destacando por adaptar hits globais ao estilo brasileiro. Após versões de artistas como Taylor Swift, Teddy Swims e Tyla, o coletivo aposta agora na estética e no impacto de Lady Gaga reinterpretados sob uma nova sonoridade. Responsável pela produção, DJ Pett ressalta o cuidado em equilibrar os elementos da faixa original com a cadência do funk. A proposta, segundo ele, foi manter a elegância do Pop, incorporando o ritmo que dialoga diretamente com o público brasileiro, resultando em uma produção moderna e com potencial internacional. O lançamento marca o início de uma parceria que promete novos projetos. Com um repertório em constante evolução, Ana Petkovic e o BRUSA FUNK seguem em estúdio preparando novas releituras e produções autorais, reforçando a proposta de conectar culturas e ampliar o alcance da música brasileira no cenário global. Em um momento em que o mercado musical se mostra cada vez mais híbrido e conectado, iniciativas como essa evidenciam a força da música brasileira e sua capacidade de dialogar com diferentes públicos ao redor do mundo. Ana Petkovic, com sua trajetória independente e colaborações relevantes, se consolida como uma das vozes que traduzem essa ponte entre o global e o nacional.

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