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Música

Novo nome do rock autoral, Rex Vulturis lança o single ‘Faca entre os dentes’

Power trio paulistano lança primeira música do futuro EP ‘Expresso Babilônia’ e aposta em letras sobre inadequação, desilusões e a vida à margem A banda paulistana Rex Vulturis dá o primeiro grande passo de sua trajetória com o lançamento do single ‘Faca entre os dentes’, disponibilizado ao público em 5 de junho de 2026. A faixa chega com a missão de apresentar oficialmente a identidade musical do grupo e funciona como cartão de visitas do futuro EP ‘Expresso Babilônia’, ainda sem data de lançamento definida. Com influências que transitam entre o rock clássico nacional e internacional, o trio aposta em uma sonoridade direta, visceral e sem excessos para traduzir sentimentos de inadequação e não pertencimento. Formada por Daniel Codespoti (voz e guitarra), Thales Rocco (baixo) e Diego Fehrer (bateria), a Rex Vulturis nasce da experiência acumulada por músicos que carregam anos de estrada na cena independente paulistana. O resultado é um trabalho que reúne referências do rock de raiz com histórias inspiradas em bares, páginas policiais, desilusões amorosas e questionamentos existenciais. A proposta da banda é clara desde o primeiro acorde: fazer rock n’ roll sem firulas, sem fórmulas prontas e sem a preocupação de seguir tendências. Em vez disso, o grupo prefere apostar na autenticidade e na força das composições autorais. Um retrato da inadequação A música ‘Faca entre os dentes’ mergulha em um tema que atravessa gerações: a sensação de não pertencer ao mundo ao redor. A composição aborda o desconforto diante das expectativas sociais, os conflitos internos e a busca por um lugar em meio às contradições da vida contemporânea. A escolha desse tema como primeiro lançamento não foi por acaso. A canção sintetiza boa parte da essência artística da Rex Vulturis, que busca transformar experiências pessoais e observações do cotidiano em narrativas musicais carregadas de emoção e sinceridade. A sonoridade acompanha essa proposta lírica. O formato de power trio oferece objetividade e intensidade ao arranjo, permitindo que a mensagem seja entregue de forma direta ao ouvinte. Sem camadas excessivas ou produções grandiosas, a banda aposta na força da interpretação e na energia dos instrumentos para criar conexão com o público. Influências que atravessam gerações Embora tenha personalidade própria, a Rex Vulturis não esconde suas referências. A banda bebe diretamente da fonte de nomes que ajudaram a moldar o rock nacional e internacional. Entre as principais inspirações citadas pelo grupo estão Barão Vermelho, Rolling Stones, Rita Lee e Tutti Frutti. A influência desses artistas aparece tanto na construção das melodias quanto na maneira de contar histórias por meio das letras. Ao mesmo tempo, a banda faz questão de imprimir sua própria identidade. O resultado é uma mistura entre a sofisticação musical herdada de grandes nomes do rock e a crueza característica das bandas independentes que enfrentam diariamente os desafios de produzir música autoral no Brasil. Segundo a própria descrição do grupo, a trajetória da Rex Vulturis é marcada por resistência. São músicos que continuam criando e se apresentando apesar das dificuldades impostas ao cenário independente, construindo sua história entre palcos de festivais, estúdios de gravação, salas de ensaio e noites repletas de sonhos. A força do power trio Uma das características centrais da Rex Vulturis é sua formação enxuta. O formato de power trio, consagrado por diversas bandas ao longo da história do rock, permite que cada integrante tenha papel fundamental na construção da sonoridade. Na bateria, Diego Fehrer é responsável pela base rítmica que sustenta as composições. Sua pegada intensa e técnica refinada ajudam a criar a energia necessária para impulsionar as músicas da banda. No baixo, Thales Rocco imprime grooves marcantes e linhas precisas que acrescentam personalidade às canções. Seu trabalho contribui para o equilíbrio entre peso e musicalidade, elemento essencial na proposta sonora do grupo. Já Daniel Codespoti assume a linha de frente como vocalista e guitarrista. Além de interpretar as letras, ele também conduz a narrativa emocional das músicas, transformando experiências e reflexões em canções que dialogam diretamente com o público. Juntos, os três músicos constroem uma sonoridade que busca equilibrar intensidade, melodia e autenticidade. Produção reforça identidade da banda Para o lançamento de ‘Faca entre os dentes’, a Rex Vulturis contou com o trabalho do produtor Guto Passos, responsável também pela mixagem, masterização e pelos sintetizadores presentes na gravação. O single foi produzido no estúdio Lhama Records, ambiente que serviu de base para transformar a proposta artística da banda em um produto final capaz de representar com fidelidade sua identidade sonora. A participação de Guto Passos contribui para valorizar a essência do trio sem descaracterizar a proposta original. A produção mantém o espírito cru do rock n’ roll, ao mesmo tempo em que oferece qualidade técnica e acabamento profissional. O resultado é uma faixa que preserva a energia das apresentações ao vivo e reforça o compromisso da banda com uma estética musical honesta e direta. O desafio da música autoral no Brasil A história da Rex Vulturis também dialoga com uma realidade compartilhada por milhares de artistas independentes em todo o país. Produzir música autoral continua sendo um desafio marcado por obstáculos financeiros, falta de espaço em grandes veículos e dificuldades para alcançar novos públicos. Mesmo diante desse cenário, a banda escolheu seguir investindo na criação artística própria. Essa decisão reflete uma postura de resistência que aparece tanto em sua trajetória quanto nas letras de suas músicas. A relação entre amor e frustração com a carreira musical é um tema recorrente na vivência de artistas independentes e também está presente na identidade da Rex Vulturis. O grupo transforma essas experiências em combustível criativo, produzindo canções que falam sobre fracassos, expectativas, excessos e sobrevivência. Essa conexão com a realidade torna suas composições ainda mais próximas do público que também enfrenta desafios semelhantes em diferentes áreas da vida. Expectativa para o EP ‘Expresso Babilônia’ O lançamento de ‘Faca entre os dentes’ marca apenas o início de uma jornada maior. A música fará parte do EP ‘Expresso Babilônia’, projeto que deverá aprofundar os temas e a estética apresentados neste primeiro trabalho. Embora ainda não

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Música

Calma’ mostra por que Érico Moura é uma das vozes autorais mais consistentes do Sul do Brasil

Canção une reflexão, presença e liberdade criativa em uma obra que dialoga com o passado e aponta para os caminhos do próximo álbum do artista gaúcho A música “Calma”, integrante do álbum Tudo É Processo, terceiro disco de estúdio do cantor e compositor gaúcho Érico Moura, sintetiza uma das principais características da trajetória do artista: a capacidade de transformar reflexões profundas sobre a existência em canções sensíveis, poéticas e conectadas com o cotidiano. A obra ganha novo significado em um momento especial da carreira de Moura, que atualmente se dedica à gravação de seu quarto álbum de estúdio, O Outro Lado do Silêncio, projeto que amplia seu universo criativo e reafirma seu compromisso com a canção autoral contemporânea. Natural de Porto Alegre, Érico Moura construiu uma trajetória consistente na música independente brasileira, transitando por diferentes influências que incluem MPB, folk, rock e sonoridades latino-americanas. Ao longo de sua carreira, lançou três álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, dez singles e três videoclipes, além de realizar apresentações em diversas cidades da Região Sul, Santa Catarina e do Rio de Janeiro. A canção “Calma” ocupa um lugar especial dentro de sua discografia por abordar temas universais como transformação, presença e autenticidade. Segundo o próprio artista, a música está diretamente conectada ao conceito que orienta o álbum Tudo É Processo, trabalho que propõe uma reflexão sobre as mudanças constantes da vida e sobre a necessidade de estar atento ao momento presente. “Calma” faz parte de Tudo É Processo, meu terceiro disco de estúdio, um trabalho que fala da vida como transformação contínua, daquilo que muda, permanece e pede presença. Tem uma frase da canção que gosto muito: “porque pra ser verdade tem que estar inteiro aqui”. A frase destacada por Moura resume a essência da composição e estabelece um diálogo direto com questões contemporâneas relacionadas à aceleração da rotina, à ansiedade e à busca por significado. A proposta da canção não é oferecer respostas prontas, mas convidar o ouvinte a uma pausa, a um encontro consigo mesmo e com aquilo que é verdadeiramente essencial. Uma trajetória marcada pela canção autoral A consolidação do trabalho de Érico Moura ocorre em um cenário cada vez mais desafiador para artistas independentes. Ainda assim, o músico tem conquistado reconhecimento pela consistência de sua produção artística e pela qualidade de suas composições. Seu trabalho recebeu destaque internacional quando foi apontado pelo portal cultural uruguaio Cooltivarte como representante do chamado “templadismo”, uma corrente estética associada às expressões culturais do sul da América Latina. A definição evidencia uma característica recorrente em sua obra: a aproximação entre diferentes identidades musicais latino-americanas e a valorização das experiências culturais compartilhadas entre os povos da região. No Brasil, sua produção também chamou a atenção do jornalista e crítico musical Juarez Fonseca, que destacou a força poética de suas composições e a solidez de sua trajetória artística. Essa combinação entre lirismo, reflexão e diversidade sonora tem sido uma marca registrada do compositor, que desenvolveu uma identidade própria ao longo dos anos sem abrir mão da experimentação e do diálogo com diferentes tradições musicais. Reconhecimento internacional O ano de 2024 representou um marco importante na carreira de Érico Moura. O artista foi o único brasileiro selecionado para participar do 24:1900 Global Music Festival, evento internacional que reuniu músicos de diferentes fusos horários em uma grande celebração da música global. A participação resultou na gravação do álbum 24:1900 Ao Vivo, registro que ampliou a visibilidade de seu trabalho para novos públicos e reforçou sua inserção em circuitos culturais internacionais. O reconhecimento conquistado no festival confirma a relevância de uma trajetória construída de forma independente e baseada na valorização da criação autoral. O outro lado do silêncio Se “Calma” representa um convite à presença, o novo álbum em produção parece aprofundar ainda mais essa investigação artística. Intitulado O Outro Lado do Silêncio, o disco nasce a partir de um conceito poético desenvolvido em parceria com o escritor e poeta Celso Gutfreind. O ponto de partida do trabalho é o poema homônimo criado especialmente para Moura. A frase “foi da canção que nasci, foi na canção que vivi o outro lado do silêncio” atravessa todo o projeto e funciona como eixo conceitual para as composições. De acordo com o artista, há uma conexão direta entre a proposta de “Calma” e o universo criativo do novo álbum. “De certo modo, ela conversa também com o novo álbum que estou gravando, O Outro Lado do Silêncio, onde tenho aproximado ainda mais canção e sonho, esse espaço de liberdade, imaginação e criação que talvez seja um dos mais humanos que existem.” A declaração revela o desejo do compositor de explorar territórios simbólicos ligados ao sonho, à imaginação e à liberdade criativa, elementos que se tornam centrais na construção da nova obra. Um álbum de encontros artísticos Além do conceito poético, O Outro Lado do Silêncio se destaca pela quantidade de colaborações reunidas em sua produção. Entre os convidados confirmados estão nomes de diferentes gerações e estilos da música brasileira e latino-americana, como Marcos Suzano, Marcelo Delacroix, Carolina Cáceres, Nino Prestes, Adriano Trindade, Luciano Granja, Júlio Porto, Luciano Leães e Ricardo Arenhaldt. O projeto contará ainda com arranjos de cordas assinados por Fabrício Gambogi, integrante da banda Dingo, ampliando a riqueza sonora do trabalho. Nas composições, Moura divide a autoria de letras com nomes como Celso Gutfreind, Pedro Gonzaga, Letícia Lopes e Bianca Obino, fortalecendo a proposta de um álbum construído a partir do encontro entre diferentes linguagens artísticas. Uma América Latina imaginada pela canção Musicalmente, o novo trabalho percorre diferentes paisagens culturais do continente latino-americano. O álbum incorpora referências à cumbia, candombe, chacarera, chamamé, zamba, salsa, samba, marchinha, xote, milonga e rock. Essa diversidade sonora reforça uma característica presente em toda a carreira de Moura: a busca por pontes entre culturas e tradições musicais distintas. A inédita “Latinoamérico” sintetiza esse movimento ao propor uma reflexão sobre identidade, pertencimento e liberdade. A canção imagina uma América Latina livre de opressão, racismo, desigualdades e submissões históricas, transformando a música em espaço de

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Galã do Brega consolida legado e se torna referência nacional do gênero

Galã do Brega: uma referência nacional do brega Carismático, irreverente e dono de uma trajetória marcada por autenticidade, Diego Furtado, o consagrado Galã do Brega, se firma como um dos maiores nomes do gênero no Brasil. Mais do que um artista, ele se tornou um verdadeiro fenômeno cultural, levando o brega a novos patamares e conquistando públicos por todo o Nordeste. Natural de Recife, sua história começou de forma simples, mas o destino o conduziu ao palco, lugar onde revelou seu talento nato para comunicação, entretenimento e conexão com o público. Foi ali que nasceu o “Galã”, uma identidade artística forte, construída com criatividade, presença de palco e projetos inovadores que rapidamente se transformaram em sucesso. Com uma carreira sólida e em constante ascensão, o artista coleciona participações nos maiores eventos do país, como o Carnaval de Salvador e os tradicionais São João de Caruaru e Campina Grande, além de dividir palco com grandes nomes da música nacional. Sua presença também ultrapassou os palcos, alcançando programas de televisão de alcance nacional e consolidando ainda mais sua imagem. Criador de projetos que vão além do show tradicional, como “Galã e Amigos”, onde conta sempre com participações de grandes artistas nacionais, como Zezo, Calcinha preta, Raí Saia Rodada e outros. “Galã a Bordo”, projeto que une o melhor do entretenimento em alto mar, ao som dos grandes sucessos do artista e “Circuito De Inverno a Verão”, Diego Furtado reinventa a experiência musical, unindo entretenimento, estilo de vida e proximidade com o público. Cada apresentação se transforma em um espetáculo único, marcado por energia, emoção e identidade própria. Com bordões que viralizam, músicas que conectam e uma legião de fãs fiéis, o Galã do Brega não apenas representa um gênero, ele o fortalece, moderniza e projeta para o cenário nacional com autenticidade e visão. Hoje, seu nome já não é apenas destaque: é sinônimo de sucesso, inovação e protagonismo dentro do brega brasileiro.

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Ricardo Scavuzzi celebra mais um ano de vida com uma trajetória de sucesso em Maceió

Neste dia especial, em que celebra mais um ano de vida, Ricardo Scavuzzi recebe o reconhecimento de familiares, amigos e admiradores por uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação à família e pela contribuição ao desenvolvimento econômico de Maceió. Nascido em Salvador, aos 64 anos, Ricardo Scavuzzi é daqueles personagens cuja trajetória se confunde com a própria história da cidade que escolheu para viver. Radicado em Maceió desde 1983, o empresário e advogado construiu uma carreira marcada pelo empreendedorismo, pela dedicação à família e pela contribuição ao desenvolvimento econômico da capital alagoana. Ao longo de sua vida profissional, Ricardo destacou-se em diferentes áreas de atuação. Antes de se consolidar no segmento da gastronomia, foi sócio-proprietário de uma bem-sucedida rede de lojas especializada em som e acessórios automotivos, empreendimento que chegou a contar com quatro unidades e se tornou referência no setor. Atualmente, está à frente do tradicional Filé do Zezé, um dos restaurantes mais conhecidos e queridos de Maceió. Sob sua gestão, o estabelecimento fortaleceu ainda mais sua reputação de excelência, tornando-se ponto de encontro de famílias, amigos e visitantes que desejam experimentar a reconhecida culinária alagoana em um ambiente acolhedor e familiar. Além da bem-sucedida trajetória empresarial, Ricardo tem na família um de seus maiores patrimônios. Casado há 30 anos com Vânia Paiva, construiu uma sólida união baseada em companheirismo, respeito e valores compartilhados. Juntos, formaram uma grande família, sendo pais de seis filhos, motivo de orgulho e inspiração em sua caminhada. Com visão empreendedora, capacidade de trabalho e forte ligação com a comunidade local, Ricardo Scavuzzi tornou-se um nome respeitado no cenário empresarial de Alagoas. Neste aniversário, sua história é celebrada como exemplo de determinação, reinvenção e compromisso com a cidade que o acolheu há mais de quatro décadas e onde continua deixando sua marca por meio dos negócios, da convivência familiar e da valorização das tradições que fazem de Maceió um lugar especial.

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Música

Gabi Mariano transforma sentimentos em canções pop e conquista espaço na música

A cantora e compositora Gabi Mariano, de 19 anos, inicia sua trajetória oficial no mercado musical apostando em uma combinação que une autenticidade, emoção e batidas dançantes. Nascida e criada em São Paulo, a artista apresenta ao público um projeto autoral que transforma experiências pessoais, reflexões íntimas e sentimentos universais em canções de pop disco com forte apelo emocional. Ao lado do irmão Caio Mariano, que atua como empresário e estrategista de sua carreira, Gabi constrói uma identidade artística baseada na conexão genuína com o público e na força das histórias que escolhe contar através da música. Em uma cena musical cada vez mais marcada pela busca por autenticidade, Gabi Mariano surge com uma proposta clara: utilizar a arte como ferramenta de expressão, autoconhecimento e acolhimento. Seu trabalho nasce das experiências vividas, mas também das possibilidades imaginadas, criando narrativas que transitam entre a realidade e os universos paralelos que habitam sua criatividade. Natural da maior metrópole do país, a artista cresceu cercada pelo ritmo acelerado da cidade e encontrou na música um espaço para transformar sentimentos em manifestação artística. Para ela, muitas das respostas que procura na vida não estão nas conversas cotidianas, mas sim nas composições que escreve. “Eu não vou responder a tudo na minha vida em conversas. Quem quiser me conhecer, vai ter que me ouvir. Se eu passei por algo, certamente fiz uma música sobre isso — mesmo aquelas que guardo só para mim no silêncio do meu quarto. A música é como eu me manifesto e me conecto comigo mesma”, revela Gabi. Uma parceria construída em família Um dos pilares do projeto artístico de Gabi Mariano está dentro de casa. A cantora encontrou no irmão não apenas um parceiro profissional, mas também alguém capaz de compreender profundamente sua visão criativa e seus objetivos de longo prazo. Enquanto Gabi dedica sua energia ao processo artístico, à composição e ao desenvolvimento de sua identidade musical, seu irmão aio Mariano que além de guitarrista, assume a gestão estratégica da carreira, ajudando a construir uma estrutura profissional sólida para os próximos passos da artista. A parceria segue um modelo observado em importantes nomes da indústria internacional do entretenimento, onde familiares ocupam posições-chave na administração de carreiras artísticas. A relação de confiança permite que as decisões sejam tomadas de forma alinhada, preservando a essência criativa do projeto. Mais do que uma estratégia de negócios, a união representa uma extensão dos valores familiares que sustentam a trajetória da cantora desde o início. O apoio recebido dentro de casa se tornou um dos principais combustíveis para que ela pudesse transformar um sonho em realidade. Pop disco para dançar e sentir Embora a proposta musical de Gabi Mariano seja marcada por ritmos dançantes e influências do pop disco contemporâneo, sua principal assinatura está na composição. Suas músicas são construídas a partir de emoções intensas, questionamentos internos e observações sobre relacionamentos, amadurecimento e descobertas pessoais. O resultado é um repertório que convida o público para a pista de dança sem abrir mão da profundidade emocional. A artista acredita que as melhores canções são aquelas capazes de provocar identificação imediata. Por isso, suas letras exploram experiências humanas comuns, transformando sentimentos individuais em narrativas coletivas. Ao escrever, Gabi não se limita apenas aos fatos concretos de sua vida. Muitas vezes, suas composições nascem daquilo que poderia ter acontecido, de cenários imaginados ou de reflexões sobre diferentes caminhos que poderiam ter sido percorridos. Essa liberdade criativa amplia o alcance emocional de suas músicas e permite que diferentes pessoas encontrem suas próprias interpretações em cada canção. O combate à solidão através da música Em um momento histórico marcado pela hiperconectividade digital e, ao mesmo tempo, pelo aumento dos sentimentos de isolamento, Gabi Mariano afirma que seu principal objetivo vai além da criação de sucessos comerciais. A artista deseja que suas músicas funcionem como companhia para quem enfrenta desafios emocionais, dúvidas e inseguranças. Segundo ela, existe uma necessidade crescente de pertencimento entre os jovens, e a música possui o poder único de criar pontes entre pessoas que nunca se encontraram. Seu propósito é fazer com que os ouvintes se sintam compreendidos ao escutar suas canções. A sensação buscada é aquela em que a música parece ter sido escrita especificamente para quem está ouvindo. Essa conexão emocional se torna uma das marcas centrais do projeto artístico da cantora. Em vez de apenas entreter, ela busca acolher, provocar reflexões e oferecer conforto através da arte. Ao transformar vulnerabilidades em música, Gabi acredita que consegue mostrar ao público que nenhuma experiência humana é verdadeiramente isolada. Mistério como estratégia Mesmo apresentando oficialmente sua proposta artística, Gabi Mariano ainda prefere manter certa discrição sobre seus próximos lançamentos fonográficos. A estratégia adotada pela equipe é construir expectativa em torno do projeto, revelando informações gradualmente e fortalecendo a identidade visual e conceitual da artista. A escolha acompanha uma tendência observada no mercado atual, onde a construção de narrativas e a criação de uma identidade sólida se tornam tão importantes quanto o lançamento das músicas em si. Nesse contexto, cada detalhe é pensado para reforçar a imagem de uma artista que valoriza a autenticidade, o mistério e a conexão emocional com o público. Ao invés de acelerar etapas, Gabi e seu irmão optam por consolidar cuidadosamente cada movimento da carreira, permitindo que a audiência descubra sua personalidade artística aos poucos. Uma nova voz da música pop brasileira A estreia de Gabi Mariano representa a chegada de uma artista que compreende o papel da música como ferramenta de comunicação e transformação emocional. Sua proposta une elementos do pop contemporâneo, influências da música dançante e uma abordagem lírica profundamente pessoal. O resultado é um projeto que busca dialogar diretamente com uma geração que valoriza autenticidade, representatividade e conexão. A jovem paulistana inicia sua caminhada apostando em uma combinação que tem se mostrado cada vez mais relevante na indústria musical: vulnerabilidade, estratégia e identidade artística bem definida. Enquanto prepara os próximos capítulos de sua trajetória, Gabi deixa claro que sua missão não é apenas lançar músicas, mas criar experiências

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Entrevistas

Ric Rulie aposta na mistura entre eletrônico e funk em ‘Assanhada’ com WC no Beat

O DJ e produtor carioca Ric Rulie apresenta “Assanhada”, parceria com WC no Beat, em uma aposta que une a energia da música eletrônica com a identidade popular do funk brasileiro. A música chega às plataformas digitais em um momento estratégico da carreira do artista, que vive uma crescente no cenário nacional após apresentações em grandes festivais e eventos pelo Brasil. Com quase uma década de trajetória, Ric Rulie constrói sua carreira em cima de uma proposta clara: quebrar barreiras entre estilos musicais e entregar uma experiência vibrante para as pistas. Conhecido por misturar eletrônico, funk e ritmos brasileiros em suas apresentações, o artista carioca vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da cena nacional. A nova música nasce justamente dessa proposta de união entre universos diferentes. “Assanhada” surge após um encontro casual entre Ric Rulie e WC no Beat nos bastidores de uma festa onde os dois dividiam o line-up. A conexão artística evolui rapidamente e o projeto começa a ganhar forma de maneira simples e moderna: através de conversas, mensagens e áudios trocados pelo WhatsApp. Segundo Ric, a faixa foi pensada para conectar diferentes públicos sem perder a essência brasileira. “Ela tem uma melodia contagiante e bem brasileira… vai que cai nas graças da galera na Copa”, afirma o artista. Com sonoridade dançante e uma proposta mais leve, “Assanhada” aposta em uma letra sensual e divertida sem recorrer ao excesso de vulgaridade, algo que Ric considera importante para ampliar o alcance da música. “Nem todo funk precisa ter palavrão. E talvez essa música mostre que os dois mundos, eletrônico e funk, podem não só conviver, como também se somar”, destaca. Mistura de estilos marca nova fase A parceria também representa um momento importante para WC no Beat, produtor já consolidado dentro do funk nacional e responsável por diversos sucessos com milhões de reproduções nas plataformas digitais. Agora, o artista começa a explorar novas possibilidades dentro da música eletrônica, aproximando ainda mais os dois gêneros. Para Ric Rulie, essa troca entre estilos reforça uma característica natural da música brasileira. “É incrível ter um artista do tamanho do WC dando oportunidade para artistas menores e experimentando novos sons. O funk é a música eletrônica do Brasil. E, por isso, quando mistura, dá certo”, comenta. A colaboração evidencia uma tendência crescente no mercado musical brasileiro: a fusão entre ritmos urbanos e eletrônicos. Nos últimos anos, DJs e produtores passaram a incorporar elementos do funk em festivais e grandes eventos, criando experiências mais populares e conectadas com o público jovem. Presença em grandes festivais fortalece carreira Ao longo dos últimos anos, Ric Rulie passa por alguns dos principais eventos do país, consolidando sua presença tanto em festivais quanto em clubes e festas de grande porte. Entre os destaques da trajetória estão apresentações no Alok Aurea Tour, em São Paulo, além de eventos como Rock in Rio Gameplay Arena, Corona Sunsets Olympics, Réveillon Amoré, Réveillon dos Milagres e WSL Saquarema. Nos clubes e festas, o artista também acumula passagens por eventos conhecidos do entretenimento brasileiro, incluindo Arca de Noé, Camarote Allegria, Privilège, Tantra Rosa, We Make Better Days e Camarote Brahma Salvador. Uma das maiores conquistas recentes da carreira acontece justamente com sua participação na turnê de Alok, considerada por Ric um marco importante dentro de sua caminhada profissional. Em 2026, o calendário do artista segue movimentado, incluindo apresentações em eventos de destaque como Village Betano “A Grande Final” e o campeonato mundial de surf da World Surf League, em Saquarema. Números impulsionam crescimento digital Além da presença nos palcos, Ric Rulie também amplia sua força nas plataformas digitais. Atualmente, o artista ultrapassa a marca de 1 milhão de streams em seus lançamentos musicais e soma mais de 2,3 milhões de visualizações no Instagram. Outro destaque é o projeto “Saqua Sunset Live Set”, que ultrapassa 150 mil visualizações no YouTube e ajuda a fortalecer ainda mais a conexão do DJ com o público online. Entre os trabalhos recentes de maior repercussão aparece a faixa “Aperol”, lançada em parceria com a marca italiana Aperol Spritz. O single ajuda a consolidar o nome do artista dentro de campanhas e ações voltadas para lifestyle e entretenimento. Agora, a expectativa gira em torno de “Assanhada”, que chega com potencial para ganhar espaço nas playlists e pistas durante o período da Copa, aproveitando justamente a atmosfera festiva e dançante da temporada. Com uma combinação de batida eletrônica, elementos do funk e refrão contagiante, a música busca justamente esse caminho: transformar a pista em experiência coletiva e conquistar espaço tanto nos aplicativos de streaming quanto nas redes sociais. Para Ric Rulie, o objetivo segue o mesmo desde o início da carreira: fazer música sem rótulos e criar conexões reais através da energia da pista.

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