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Lançamentos

Novo single de Silas convida o público a mergulhar nas emoções da madrugada

Nova faixa marca uma fase mais madura e sensível da carreira do artista independente O cantor e compositor Silas acaba de lançar o single ‘Madrugada’, música que já está disponível nas principais plataformas de streaming. A nova faixa representa um momento de renovação artística na trajetória do músico independente, que aposta em uma sonoridade pop marcada por elementos introspectivos, atmosfera noturna e letras que exploram emoções profundas. Inspirada em experiências relacionadas à paralisia do sono e aos limites entre sonho e consciência, a canção convida o público a mergulhar em sentimentos como medo, saudade, vulnerabilidade e reflexão. Disponível em serviços como Spotify, Apple Music, Deezer, YouTube Music e outras plataformas digitais, o lançamento reforça a proposta autoral de Silas de transformar vivências pessoais em músicas capazes de estabelecer uma conexão emocional com diferentes públicos. Uma viagem pelos sentimentos da madrugada “Madrugada” não segue a estrutura tradicional de uma narrativa linear. Em vez disso, a composição cria uma experiência sensorial por meio de imagens e sensações que remetem ao silêncio da noite, quando pensamentos e emoções costumam ganhar força. A inspiração para a música surgiu a partir das sensações provocadas pela paralisia do sono, fenômeno que acontece durante o descanso e pode causar a impressão de estar acordado sem conseguir se mover. A partir dessa experiência, Silas construiu uma letra que explora o espaço entre o sonho e a realidade, transformando esse momento de vulnerabilidade em arte. Ao longo da canção, o artista propõe uma imersão nos conflitos internos que muitas pessoas enfrentam durante a madrugada. É justamente quando o silêncio toma conta do ambiente que lembranças, inseguranças, medos e reflexões costumam surgir com maior intensidade. A proposta da música não é oferecer respostas, mas criar identificação. Cada verso foi pensado para despertar interpretações individuais, permitindo que o ouvinte encontre sua própria história dentro da composição. Pop contemporâneo com identidade própria Embora dialogue com referências atuais da música pop, “Madrugada” também incorpora influências da música alternativa e elementos da nova produção autoral brasileira. O resultado é uma faixa delicada, emocional e carregada de nuances, capaz de envolver o ouvinte tanto pela melodia quanto pela profundidade de sua mensagem. A produção evidencia uma sonoridade mais limpa e intimista, valorizando a interpretação vocal de Silas e permitindo que a letra ocupe um papel central na experiência musical. Essa escolha reforça uma característica presente em outros trabalhos do artista: a busca por criar canções que falem diretamente sobre sentimentos humanos, sem recorrer a excessos ou fórmulas prontas. Experiências pessoais transformadas em música Ao longo de sua trajetória, Silas vem consolidando uma identidade artística baseada na sinceridade de suas composições. Seus trabalhos abordam temas ligados aos relacionamentos, amadurecimento, inseguranças, autoconhecimento e conflitos emocionais. Essa proposta faz parte da essência do artista, que utiliza acontecimentos vividos por ele como ponto de partida para construir músicas que também façam sentido para quem escuta. Em “Madrugada”, essa característica aparece de forma ainda mais evidente. A experiência da paralisia do sono deixa de ser apenas um acontecimento pessoal e se transforma em uma metáfora sobre momentos em que sentimentos permanecem vivos mesmo quando tudo ao redor parece estar em silêncio. A atmosfera criada pela música faz com que o ouvinte seja levado a revisitar lembranças, refletir sobre emoções e reconhecer aspectos da própria vivência. Uma nova etapa na carreira de Silas O lançamento também simboliza uma evolução na caminhada artística de Silas como músico independente. Cada novo trabalho contribui para fortalecer sua identidade dentro do cenário da música autoral, caracterizada pela combinação entre melodias envolventes, letras confessionais e produção contemporânea. Sem abrir mão da sensibilidade, o cantor busca estabelecer uma relação próxima com seu público por meio de composições que falam de sentimentos universais. Essa conexão emocional é um dos principais pilares de sua carreira e aparece de forma consistente em “Madrugada”, considerada uma das produções mais pessoais do artista até o momento. Música para quem já enfrentou o silêncio da noite A identificação proposta pela faixa acontece justamente porque a madrugada costuma ser um período em que pensamentos se tornam mais intensos. Questões que passam despercebidas durante o dia frequentemente retornam quando o ambiente está silencioso, criando espaço para dúvidas, saudades, inseguranças e lembranças. É nesse universo emocional que Silas constrói sua narrativa musical, convidando cada ouvinte a interpretar a canção de acordo com suas próprias experiências. Mais do que falar sobre a noite, “Madrugada” procura representar estados emocionais que fazem parte da vida de muitas pessoas. Quem é Silas Silas Guadagnini, conhecido artisticamente apenas como Silas, é cantor, compositor e artista independente. Seu trabalho é marcado por uma estética musical sensível, com forte presença de melodias delicadas e letras confessionais que abordam experiências humanas, relações afetivas, amadurecimento e conflitos internos. Transitando entre o pop contemporâneo e referências alternativas da música brasileira, o artista vem construindo uma trajetória baseada na autenticidade de suas composições e na busca por estabelecer conexões verdadeiras com o público. Com “Madrugada”, Silas amplia esse repertório e apresenta uma obra que reforça sua identidade artística, consolidando seu caminho dentro da nova geração da música independente nacional. Siga: @silasguadagnini Onde ouvir O novo single “Madrugada” já está disponível nas principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Deezer, YouTube Music e demais serviços de streaming. Os interessados também podem acessar a música pelo link oficial de distribuição:

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Lançamentos

Cantora Débora Carvalho anuncia nova fase da carreira no sertanejo

A cantora sertaneja Débora Carvalho, de 30 anos, natural de Varginha (MG) e radicada em Três Pontas, vive um momento de expansão na carreira. Além de preparar o lançamento da música autoral “1º de Abril”, a artista reforça sua agenda de shows e está disponível para apresentações em qualquer estado do Brasil. Filha de cantor e criada em uma família de músicos, Débora iniciou sua trajetória profissional em 2019 como vocalista do grupo de pagode Nosso Lance. No ano seguinte, passou a investir na carreira solo no sertanejo, gênero em que vem conquistando espaço com um repertório que reúne clássicos, sucessos atuais e canções autorais. Entre os trabalhos já lançados estão “Saudade Vem à Tona” e “Nem Pintado de Ouro”, ambas compostas por seu irmão, reforçando a influência da música em sua trajetória familiar. Ao longo da carreira, a cantora já se apresentou em festas, rodeios, festivais, eventos corporativos, casamentos e feiras agropecuárias, além de ter aberto shows para artistas como Regi Danese e a dupla Bruno & Barreto. Com estrutura preparada para atender diferentes tipos de eventos, Débora busca ampliar sua presença no cenário sertanejo nacional, levando seu show para novas cidades e fortalecendo sua atuação em todo o país. Nas redes sociais, a artista compartilha bastidores, agenda de apresentações e novidades da carreira por meio do Instagram @deboraacarvalhooficial. Shows e contratações 📞 WhatsApp: (35) 99857-4219

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Música

Duda Beat celebra novos marcos da carreira com apresentação histórica com Orquestra Ouro Preto e um ano do hit “Nossa Chance”

Espetáculo histórico com a Orquestra Ouro Preto reuniu mais de 6 mil pessoas em praça pública na cidade Duda Beat vive uma semana marcada por mais um capítulo especial de sua trajetória. Mais de seis mil pessoas ocuparam a praça do Centro de Convenções da UFOP, em Ouro Preto, na noite da última terça-feira (7), para acompanhar o reencontro entre Duda Beat e a Orquestra Ouro Preto. Parte da programação oficial dos 315 anos da cidade, o concerto transformou o espaço público em palco para uma celebração da música brasileira, reunindo diferentes gerações em torno de um espetáculo que uniu tradição e contemporaneidade. Não era a primeira vez que Duda Beat e a Orquestra Ouro Preto dividiam o palco, mas a apresentação ganhou um significado especial. Foi na cidade histórica que o projeto nasceu, e o retorno ao local marcou um novo capítulo da parceria, agora diante de uma praça completamente tomada pelo público durante as comemorações do aniversário do município. Sob a regência do maestro Rodrigo Toffolo e com arranjos assinados por Paulo Malheiros, o repertório reuniu sucessos como “Bixinho”, “Tangerina” e “Meu Pisêro”, além de faixas mais recentes, como “Na Tua Cabeça” e “Night Mare”, em novas leituras ao lado da formação orquestral. O espetáculo também prestou homenagem a Chico Science & Nação Zumbi, uma das principais referências musicais da cantora. Um ano de “Nossa Chance”: o encontro entre Duda Beat e TZ da Coronel que abriu uma nova fase Enquanto celebra o reencontro com a Orquestra Ouro Preto, Duda Beat também comemora um ano de “Nossa Chance”, parceria com o rapper TZ da Coronel. Lançada em julho de 2025, a faixa foi o primeiro single do EP Esse Delírio Vol. 1,  marcando o início da nova fase da cantora e explorando de forma cativante uma produção moderna entre o pop e o trap. A música foi eleita pelo Spotify como uma das melhores canções de 2025 e passou pelas paradas virais da plataforma ao retratar a intensidade dos “quase amores” e das relações interrompidas antes de se concretizarem.

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Coberturas

Novo filme de ‘The Cheetah Girls’ reúne parte do elenco original e apresenta uma nova geração de protagonistas.

Os fãs de uma das franquias musicais mais populares da Disney já podem comemorar. A atriz e produtora Raven-Symoné confirmou nesta quarta-feira (08) que um novo filme de “The Cheetah Girls” está oficialmente em desenvolvimento. Intitulado “The Cheetah Girls 4: The Next Gen”, o longa marcará o retorno de parte do elenco original, ao mesmo tempo em que apresentará uma nova geração de personagens que dará continuidade ao legado do icônico grupo feminino. A produção contará com Raven-Symoné reprisando o papel de Galleria, Adrienne Bailon retornando como Chanel e Sabrina Bryan fazendo uma participação especial como Dorinda. A única integrante original que não participará do projeto é Kiely Alexis. O início das gravações está previsto para acontecer ainda neste mês na África do Sul, embora a produção ainda não tenha divulgado uma data oficial de estreia. Nova geração assume o protagonismo Embora a presença das personagens clássicas seja um dos grandes atrativos da sequência, o foco da história será uma nova formação das Cheetah Girls. As novas protagonistas serão Faith, interpretada por Leah Sava Jeffries; Dior, vivida por Carmen Sanchez; Ruby, interpretada por Kaileen Chang; e Brooklyn, papel de Sophie Lennon. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção: “A história começa quando Galleria e Chanel, das Cheetah Girls, junto com a filha de Galleria, Faith, e suas três amigas, viajam para a África para trabalhar como voluntárias em um santuário de animais selvagens. Ao longo do caminho, essas quatro adolescentes testam sua amizade, encontram sua voz e descobrem o verdadeiro espírito das Cheetah Girls enquanto salvam a reserva e, finalmente, sobem ao palco como as novas Cheetah Girls.” A proposta deixa claro que o novo filme pretende manter a essência da franquia, abordando temas como amizade, trabalho em equipe, sonhos, música e superação, agora adaptados para uma nova geração de espectadores. Raven-Symoné também assume papel nos bastidores Além de voltar a interpretar Galleria, Raven-Symoné também participará da produção executiva do projeto, reforçando seu envolvimento criativo com a franquia que ajudou a transformar em um fenômeno mundial. A direção ficará novamente nas mãos de Bille Woodruff, responsável pelos primeiros filmes da série. O roteiro será assinado por Kara Holden, Sarah Watson e Deborah Swisher. A produção executiva contará ainda com Debra Martin Chase, produtora responsável pelos filmes anteriores e uma das figuras mais importantes na consolidação da franquia dentro da Disney. A manutenção de profissionais ligados às produções originais demonstra a intenção do estúdio de preservar a identidade da saga enquanto apresenta uma nova fase. África será cenário da nova aventura Diferentemente do primeiro longa, ambientado em Nova York, e das sequências que exploraram destinos internacionais como Espanha e Índia, “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” terá a África do Sul como principal cenário. Na trama, as jovens viajam para atuar como voluntárias em um santuário de animais selvagens. Durante essa missão, elas enfrentarão desafios que colocarão à prova sua amizade e seus talentos musicais. Além da jornada pessoal das protagonistas, a narrativa também abordará a preservação ambiental e a importância da proteção da vida selvagem, acrescentando uma mensagem social à história. Uma franquia que marcou uma geração Baseada na série de livros escrita por Deborah Gregory, “The Cheetah Girls” estreou na Disney em 2003 e rapidamente conquistou o público adolescente. A história acompanha quatro amigas de Nova York apaixonadas por música que sonham em alcançar o estrelato. O grupo acaba sendo descoberto por um produtor musical durante um concurso de talentos da escola, iniciando uma trajetória repleta de desafios, amizades e aprendizados. O enorme sucesso do primeiro filme fez nascer uma franquia composta por três longas: The Cheetah Girls (2003); The Cheetah Girls 2 (2006); The Cheetah Girls 3: One World (2008). Além dos filmes, o grupo também lançou álbuns, realizou apresentações ao vivo e tornou-se um dos maiores fenômenos musicais da Disney nos anos 2000. Mesmo após o encerramento oficial do grupo em 2008, a marca continuou sendo lembrada com carinho pelos fãs, que durante anos pediram uma continuação. Retorno atende antigo desejo dos fãs Desde o fim da franquia, rumores sobre uma possível reunião das integrantes surgiram diversas vezes, especialmente após entrevistas em que Raven-Symoné e Adrienne Bailon demonstravam carinho pelo projeto. Agora, com a confirmação oficial do quarto filme, a expectativa cresce entre os admiradores da saga. Nas redes sociais, muitos comemoraram o retorno das personagens clássicas e destacaram o simbolismo da frase “Uma vez Cheetah, para sempre Cheetah”, utilizada para anunciar o projeto. Embora o foco seja uma nova geração, a participação das integrantes originais promete criar uma ponte entre o público que acompanhou os filmes nos anos 2000 e os jovens que conhecerão a franquia pela primeira vez. Disney aposta na nostalgia Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na retomada de franquias que marcaram gerações. A estratégia busca unir nostalgia e renovação, trazendo personagens conhecidos ao lado de novos protagonistas capazes de conquistar o público atual. “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” segue exatamente esse modelo, preservando elementos clássicos da franquia enquanto amplia seu universo com novas histórias. A expectativa é que o longa mantenha a tradição dos filmes anteriores, equilibrando música, dança, amizade, diversidade cultural e mensagens positivas. Ainda sem data de estreia As gravações começam ainda este mês na África do Sul, mas a Disney ainda não revelou quando “The Cheetah Girls 4: The Next Gen” chegará ao público. Até o momento, também não foram divulgadas informações sobre trilha sonora, participações especiais ou plataforma de lançamento. Enquanto aguardam novas novidades, os fãs celebram o retorno de uma das franquias mais queridas da Disney, que promete apresentar uma nova geração de Cheetah Girls sem deixar de homenagear o legado construído pelas personagens originais.

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Lançamentos

Rafa Garcia apresenta ‘Luz da Justiça’ com mensagem de esperança e fé

Novo single reforça identidade artística e mensagem centrada em Cristo O cantor, compositor e ministro de louvor Rafa Garcia lançou, no dia 4 de julho de 2026, o single autoral ‘Luz da Justiça’, trabalho que marca mais um passo em sua caminhada na música cristã contemporânea. A canção sucede ‘A Minha Vida Busca Ti’, lançada em maio de 2025, e reafirma a proposta do artista de unir excelência musical, influências do pop e do R&B e uma mensagem totalmente voltada para Jesus Cristo. Mais do que um novo lançamento, a música representa uma fase de amadurecimento artístico e espiritual do cantor. A composição, iniciada ainda na adolescência e concluída anos depois, traduz a própria jornada de fé de Rafa Garcia e evidencia seu propósito de utilizar a música como instrumento de evangelização e fortalecimento da fé cristã. Música acompanha Rafa Garcia desde a infância A relação de Rafa Garcia com a música começou muito cedo. Inserido em um ambiente familiar onde a arte sempre esteve presente, ele encontrou na própria casa as primeiras referências musicais. Sua mãe chegou a gravar um álbum com o grupo Cristo Agora, experiência que despertou nele o interesse pela música ainda na infância. O primeiro instrumento escolhido foi a bateria. Durante sete anos, Rafa dedicou-se ao estudo do instrumento, período que lhe proporcionou uma sólida formação musical e contribuiu para desenvolver senso rítmico, técnica e percepção artística. Essa base instrumental se tornaria importante nos anos seguintes, quando o músico passou a compreender que seu principal chamado não estava atrás dos tambores, mas diante do público, utilizando a voz como principal ferramenta para transmitir mensagens de fé. Chamado para o ministério de louvor Ao longo da caminhada cristã, Rafa Garcia percebeu que cantar e compor eram formas de cumprir sua missão ministerial. Há mais de 12 anos atuando como ministro de louvor, ele encontrou na igreja um espaço onde sua vida espiritual e musical cresceram simultaneamente. Foi nesse ambiente que a composição ganhou protagonismo em sua trajetória. Em vez de produzir músicas voltadas apenas ao entretenimento, Rafa passou a desenvolver canções que refletissem experiências vividas com Deus e que pudessem alcançar outras pessoas por meio da adoração. Essa proposta permanece presente em seus lançamentos autorais, que têm como foco principal apresentar a mensagem do Evangelho de maneira contemporânea, mantendo o conteúdo bíblico como elemento central das composições. Influências unem música cristã e referências internacionais A identidade musical construída por Rafa Garcia reúne influências variadas. Dentro da música cristã nacional, artistas como Theo Rubia, Eli Soares e a banda Morada exercem papel importante na maneira como ele comunica sua fé através das canções. Ao mesmo tempo, referências da música internacional ajudam a moldar sua sonoridade. Entre os nomes que inspiram o artista estão Michael McDonald, Charlie Puth e o guitarrista Cory Wong, conhecidos por trabalhos que transitam entre o pop, o R&B, grooves marcantes e arranjos sofisticados. Essa combinação resulta em uma proposta musical moderna, que busca dialogar com diferentes públicos sem abrir mão da mensagem cristã. Os elementos contemporâneos presentes na produção ajudam a aproximar o conteúdo das novas gerações, mantendo a qualidade artística como uma das prioridades do projeto. ‘Luz da Justiça’ nasceu na adolescência e foi concluída anos depois Um dos aspectos mais marcantes do novo lançamento é a história por trás da composição. ‘Luz da Justiça’ começou a ser escrita ainda na adolescência de Rafa Garcia. Na época, surgiram a melodia principal e o refrão da música. Embora a ideia inicial estivesse pronta, a composição permaneceu inacabada durante vários anos. Somente mais tarde, já casado e vivendo uma fase de maior maturidade espiritual, o artista encontrou inspiração para finalizar a obra. O resultado foi uma canção construída ao longo de diferentes momentos de sua vida, refletindo tanto seu crescimento pessoal quanto sua caminhada com Deus. Esse processo de composição evidencia como determinadas experiências amadurecem com o tempo e encontram o momento certo para serem compartilhadas com o público. Mensagem coloca Jesus Cristo no centro da composição Ao apresentar o novo single, Rafa Garcia reforça que sua carreira musical possui um propósito bem definido. Segundo o artista, a música não existe para promover sua própria história, mas para testemunhar aquilo que Jesus Cristo realizou e continua realizando em sua vida. “O resultado é uma canção que atravessou diferentes fases da minha vida, amadurecendo junto com minha caminhada de fé até chegar à sua versão definitiva.” Essa visão também se reflete em sua missão como compositor. Cada música nasce com o objetivo de anunciar o Evangelho, fortalecer pessoas em sua caminhada espiritual e conduzir corações à presença de Deus. Em um cenário musical cada vez mais diverso, Rafa procura desenvolver produções que conciliem qualidade técnica, identidade artística e conteúdo espiritual consistente. Produção aposta em sonoridade contemporânea Além da mensagem, ‘Luz da Justiça’ chama atenção pela proposta musical. A produção aposta em elementos característicos do pop contemporâneo, incorporando influências do R&B, grooves modernos e arranjos cuidadosamente elaborados. A combinação busca criar uma experiência sonora atual sem perder a essência da música cristã congregacional e devocional. A escolha dessa linguagem musical acompanha uma tendência observada entre novos artistas do segmento gospel, que procuram dialogar com públicos mais amplos utilizando referências presentes no mercado internacional. Para Rafa Garcia, essa construção estética não substitui a mensagem, mas funciona como uma ferramenta capaz de potencializar o alcance das canções. Trajetória autoral segue em expansão Com apenas dois lançamentos autorais disponíveis, Rafa Garcia demonstra uma proposta artística bem definida. Enquanto ‘A Minha Vida Busca Ti’ marcou o início oficial de sua trajetória como compositor, ‘Luz da Justiça’ amplia essa identidade e evidencia um processo de amadurecimento musical e ministerial. A expectativa do cantor é continuar desenvolvendo novos projetos que mantenham a mesma essência: músicas que unam excelência artística, letras sinceras e conteúdo bíblico. Mais do que construir uma carreira na indústria musical, Rafa Garcia afirma desejar que cada composição seja uma ferramenta capaz de aproximar pessoas de Cristo e oferecer esperança por meio da fé. Música como instrumento de transformação

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Música

Com novo EP, Samuel Bueno reforça proposta que une literatura e rock

Depois de apresentar seu primeiro trabalho autoral em 2025, o cantor e compositor paranaense Samuel Bueno prepara um novo capítulo na carreira com o lançamento do EP ‘A Voz do Verso’. Natural de Cascavel (PR) e atualmente morando em Curitiba (PR), o artista aposta em uma sonoridade que mistura indie rock, chamber pop e elementos da música de câmara, mantendo a poesia como um dos pilares de sua identidade musical. O novo trabalho sucede Por Rostos e Flores, EP lançado em 2025 pela Valetes Records e produzido por Emil Shayeb. O projeto de estreia conquistou boa repercussão nas plataformas digitais, ultrapassando 100 mil reproduções no Spotify, enquanto o videoclipe da faixa “Qualquer Coisa” já soma mais de 102 mil visualizações no YouTube. A música faz parte da vida de Samuel desde cedo. Aos nove anos aprendeu violão e, praticamente no mesmo período, descobriu o rock, gênero que moldou sua formação artística. Alguns anos depois começou a compor ao lado do irmão mais velho, Lucas Bueno, responsável por despertar nele o interesse pela literatura e pela poesia. Essa influência permanece evidente em suas canções. “Uma canção sem poesia é uma canção desperdiçada. Para mim, pelo menos um verso deve rasgar o tecido da realidade”, afirma o músico. Um passo além O novo EP reúne quatro faixas inéditas: Até o Fim, Aceso / Azul, A Arte e o Tempo e A Tua Lembrança. Segundo Samuel, o projeto representa uma evolução natural em relação ao trabalho anterior. “Esse EP pra mim é um passo além do que construímos no primeiro. Já comecei a criar as canções pensando no lugar exato em que eu gostaria de chegar. A forma de composição mudou, dando um espaço maior à melodia, mas tentando equilibrar o melhor dos dois mundos.” Mesmo com essa evolução, a proposta sonora permanece a mesma: unir guitarras, baixo e bateria aos timbres de violinos, violas e violoncelos, uma característica marcante do chamber pop. Embora o estilo tenha sido explorado por artistas como Beatles, David Bowie, The Last Shadow Puppets e Nick Cave, Samuel acredita que ainda existe pouco espaço para essa linguagem na música brasileira contemporânea. “Me sinto feliz por estar propondo algo diferente e autêntico dentro do cenário musical.” As histórias das músicas O primeiro single, “Até o Fim”, fala sobre o momento em que toda racionalidade desaparece e resta apenas a conexão com a música. Já “Aceso / Azul” retrata a beleza quase sobrenatural de uma mulher que parece reunir em si todas as cores de um dia perfeito. Em “A Arte e o Tempo”, Samuel apresenta talvez sua composição mais reflexiva. Inspirada em um conto de Eduardo Galeano, a letra aborda o sentimento de não pertencimento diante da intolerância, da polarização e da dificuldade de se reconhecer em valores compartilhados por pessoas próximas. “A letra fala sobre a falta de identificação com as pessoas à sua volta, politicamente, espiritualmente e eticamente. É ver pessoas com quem você cresceu apoiarem um político violento e ignorante e sentir uma profunda tristeza diante dessa brutalidade compartilhada.” Fechando o EP, “A Tua Lembrança” traz uma atmosfera mais delicada. A canção de amor é considerada pelo próprio artista como a favorita do projeto. “O processo de composição foi um dos mais prazerosos que já vivi. As ideias simplesmente fluíam e, para mim, ela encerra o EP de uma forma muito especial.” Entre a poesia e o rock Influenciado por nomes como Bob Dylan, Leonard Cohen, Gustavo Cerati, Alex Turner e Belchior, Samuel Bueno segue construindo uma carreira baseada na combinação entre letras literárias e arranjos sofisticados Siga no Instagram @samuelbbueno Ouça Agora:

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