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PodAND chega para marcar uma nova fase no podcast de Anderson Martin

Conhecido anteriormente como 2Clicks, podcast passa a se chamar PodAND e amplia sua proposta de reunir histórias, negócios, inovação e personalidades em conversas que vão além do mundo corporativo. O podcast comandado por Anderson Martin está de cara nova. Conhecido até então como 2Clicks, o projeto passa a se chamar PodAND, nome que acompanha uma nova fase da atração e reforça a identidade de seu idealizador.  Mais do que uma mudança de nome, o PodAND representa a evolução de um projeto que nasceu da vontade de Anderson de criar um espaço para boas conversas, encontros e troca de experiências.  Publicitário, estrategista digital e empreendedor, Anderson Martin possui mais de 35 anos de trajetória profissional nas áreas de tecnologia, mercado financeiro, comunicação, marketing e negócios. Ao longo dessa caminhada, construiu uma ampla rede de relacionamentos e esteve à frente de projetos que conectaram empresas, marcas, tecnologia e pessoas.  Agora, essa experiência também ganha espaço no PodAND, que mantém a essência do podcast, mas chega com uma identidade renovada.  DE 2CLICKS A PodAND  O antigo 2Clicks dá lugar ao PodAND, nome que traz Anderson para o centro da identidade do projeto.  A mudança acompanha um momento de amadurecimento do podcast e uma proposta cada vez mais voltada para pessoas, histórias, experiências, negócios, comportamento, inovação e tendências.  Em seus episódios, Anderson conversa com convidados de diferentes áreas e trajetórias, explorando não apenas suas carreiras e conquistas, mas também os caminhos percorridos, os desafios enfrentados, as escolhas e as histórias que existem por trás de cada profissional.  O resultado são conversas que transitam naturalmente entre o universo empresarial e o lado mais pessoal dos convidados.    EXPERIÊNCIA QUE SE TRANSFORMA EM CONVERSA  A trajetória de Anderson ajuda a explicar a personalidade do PodAND.  Formado em Processamento de Dados e Ciências Contábeis, com formação em Direção de Arte pela ESPM, especialização em Negócios da Era Digital pela FGV e MBA em Finanças pelo IBMEC, ele também acumula especializações executivas em tecnologia, gestão, marketing, liderança, experiência do cliente, comunicação e planejamento estratégico.  Anderson atuou como Head no Banco Itaú, em projetos digitais relacionados ao mercado de capitais, e posteriormente fundou a Agência M, onde desenvolveu projetos de branding, publicidade, marketing e transformação digital.  É também fundador da 2Clicks, plataforma de tecnologia e SuperApp hiperlocal voltado à conexão entre pessoas, empresas, comércio, serviços e cidades.  Essa combinação de experiências faz com que o PodAND tenha como um de seus principais diferenciais justamente a possibilidade de transitar por diferentes universos.    NOVO NOME, MESMA ESSÊNCIA  A mudança de 2Clicks para PodAND não significa começar do zero. É a continuidade de um projeto que agora ganha uma identidade mais diretamente ligada ao seu apresentador e à sua trajetória.  “O podcast já fazia parte da minha história e das minhas conexões. O PodAND nasce justamente como uma evolução desse projeto. A essência continua sendo a conversa, a troca e a oportunidade de conhecer histórias interessantes, mas agora com uma identidade que representa melhor essa nova fase”., explica Anderson Martin.  Com o novo nome, o PodAND segue aproximando pessoas e ideias em conversas que conectam experiência, negócios, inovação e histórias reais.  PodAND — novas conversas, novas conexões, histórias que continuam. 

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Entretenimento

Bolsas de algodão entram na rotina do homem moderno com praticidade e estilo

Modelos transversal e urbana da Cotuê combinam funcionalidade, design versátil e matéria-prima natural para acompanhar diferentes momentos do dia   A rotina do homem moderno pede acessórios que acompanhem diferentes compromissos, do trabalho aos momentos de lazer. Com essa proposta, a Cotuê apresenta duas opções de bolsas que unem praticidade e estilo: os modelos Transversal e Urbana, produzidos em algodão 100% e com design pensado para diferentes ocasiões. Com visual contemporâneo e proposta funcional, a Bolsa Transversal é uma alternativa para quem busca praticidade no dia a dia. A alça ajustável permite diferentes formas de uso, enquanto o formato favorece a organização dos itens essenciais para deslocamentos, passeios e compromissos urbanos. Já a Bolsa Urbana aposta em um formato amplo e versátil, que pode acompanhar a rotina de trabalho, estudos e atividades fora de casa. Seu design combina com produções casuais e urbanas, oferecendo espaço para transportar objetos pessoais com mais praticidade. As duas peças integram o conceito da Cotuê, marca de bolsas artesanais que valoriza o algodão, a produção individual e uma proposta de consumo mais consciente. A escolha da matéria-prima e o cuidado na confecção dialogam com consumidores que buscam acessórios funcionais, com identidade e atenção à origem dos produtos. Com opções que transitam entre diferentes estilos, os modelos mostram como a bolsa pode fazer parte do guarda-roupa masculino para além de ocasiões específicas, como um acessório útil e integrado à rotina. As bolsas Transversal e Urbana estão disponíveis exclusivamente na loja online da Cotuê, conforme estoque e cores disponíveis. Serviço Cotuê – bolsas artesanais de algodão Loja online: https://cotue.com.br/

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Lançamentos

Artista Pernambucado Romero Britto lança autobiografia

Na autobiografia “A Arte da Felicidade”, publicada pela Citadel Editora, o artista reúne lembranças da infância no Recife até o reconhecimento internacional Antes das cores vibrantes, das galerias e das obras que chegaram a mais de 100 países, Romero Britto conheceu a fome. Na autobiografia A arte da felicidade, o artista plástico nascido em Recife relembra a infância marcada pela pobreza, incluindo momentos em que não havia comida em casa e até chegou a desmaiar na escola por falta de alimentação. Nesta publicação da Citadel Editora, o pernambucano percorre diferentes fases da própria trajetória e mostra como a arte esteve presente desde seus primeiros anos de vida. Entre as lembranças da infância, estão as noites em que acompanhava a mãe e os irmãos para pescar na praia em busca de comida para a família. Foi também nesse cenário que começou a desenhar e se interessar por pintura e, aos 14 anos, vendeu seu primeiro trabalho para a Organização dos Estados Americanos (OEA). Com 17 anos, ingressou na faculdade de Direito, mas pouco depois partiu para uma temporada na Europa com o objetivo de ampliar o repertório. Nos anos 1980 muda-se para Miami com poucos recursos e um ateliê improvisado na sala de um apartamento, onde passou a desenvolver a linguagem que posteriormente o levaria ao reconhecimento internacional. O livro reúne ainda bastidores de uma carreira que colocou o brasileiro em contato com algumas das maiores marcas e personalidades do mundo. Entre as histórias, estão a participação na campanha da Absolut, ao lado de Andy Warhol e Keith Haring, colaborações com empresas como Disney, Coca-Cola, Pepsi e IBM, além de encontros como o que teve com Muhammad Ali em um elevador de hotel e a amizade com Michael Jackson. Criador do Happy Art Movement, em 1992, Britto também revisita episódios polêmicos que ultrapassaram o universo das artes e tomaram as redes sociais. Refiro-me à quebra deliberada de uma obra minha pela proprietária de um restaurante, na presença de meus funcionários e de um público diverso. Foi um ato de desrespeito inédito em minha carreira. Minha reação, registrada no vídeo que circulou amplamente na web, foi de puro espanto, choque e incredulidade: uma resposta humana à falta de civilidade e à irresponsabilidade do gesto. (A arte da felicidade, p. 99) A trajetória do autor também é apresentada como um exemplo de construção de carreira e visão empreendedora. No livro, ele compartilha decisões, mudanças de estratégia e aprendizados que ajudaram a transformar seu nome em uma marca global. Hoje, o ecossistema formado por suas marcas movimenta cerca de US$ 250 milhões por ano com a venda de obras de arte, produtos licenciados e itens de marca própria. Ao mesmo tempo em que algumas de suas telas e esculturas chegam a milhões de dólares, o artista mantém produtos autorais abaixo de US$ 100, estratégia que, segundo ele, permite ampliar o acesso à sua produção. Entre os episódios que ajudam a dimensionar essa transformação está a lembrança de quando vendia pinturas nas ruas de Miami por cerca de US$ 50 para conseguir se manter. Anos depois, uma obra dessa mesma série chegou a ser comercializada por US$ 1,5 milhão. Mais do que uma retrospectiva de obras e exposições, A arte da felicidade inclui memórias de diferentes momentos de uma trajetória que passou por dificuldades, mudanças de país, reconhecimento internacional, amizades com celebridades e episódios de grande repercussão pública. Ao revisitar essas experiências, Romero Britto apresenta a própria visão sobre arte, sucesso e felicidade para mostrar como a linguagem de cores e formas que se tornou sua marca registrada nasceu de uma história muito diferente daquela que suas criações podem sugerir à primeira vista. Ficha técnica Título: A arte da felicidade Editora: Citadel Editora Autor: Romero Britto ISBN: 978-6550478414 Páginas: 240 Preço: R$ 74,90 Onde encontrar: Amazon, Mercado Livre e principais livrarias do país Sobre o autor: Romero Britto é um dos artistas plásticos mais reconhecidos e comercialmente bem-sucedidos do mundo. Nascido no Recife, Pernambuco, construiu uma trajetória extraordinária que o levou de uma infância marcada por dificuldades financeiras ao cenário internacional das artes. Radicado em Miami desde os anos 1980, desenvolveu uma linguagem visual única, caracterizada por cores vibrantes, formas marcantes e uma visão otimista da vida, tornando-se um dos principais representantes da arte pop contemporânea. Suas obras integram coleções particulares e institucionais em mais de 100 países, além de terem sido expostas em galerias, museus e espaços públicos ao redor do mundo. Ao longo da carreira, colaborou com algumas das maiores marcas globais e teve seu trabalho associado a eventos, instituições e personalidades de projeção internacional. Sua arte ultrapassou os limites tradicionais das galerias e alcançou milhões de pessoas, transformando-o em um fenômeno cultural de alcance mundial. Instagram: @romerobritto Sobre a editora: Transformar a vida das pessoas. Foi com esse conceito que o Citadel Grupo Editorial nasceu. Mudar, inovar e trazer mensagens que possam servir de inspiração para os leitores. A editora trabalha com escritores renomados como Napoleon Hill, Sharon Lechter, Clóvis de Barros Filho, entre outros. As obras propõem reflexões sobre atitudes que devem ser tomadas para quem quer ter uma vida bem-sucedida. Com essa ideia central, a Citadel busca aprimorar obras que tocam de alguma maneira o espírito do leitor. Redes sociais da editora Instagram: @citadeleditora Facebook: Citadel Grupo Editorial YouTube: Citadel Grupo Editorial

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Mercado

Thiago Cosmo fortalece sua trajetória na música gospel com mensagem de esperança

O cantor e pregador Thiago Cosmo vem ganhando espaço entre os novos nomes da música gospel e teve um momento de destaque durante sua participação na Marcha para Jesus, em Recife. No palco, o artista apresentou a canção ‘Deus Vai Ajudar Você’, uma das músicas que fazem parte de seu repertório e que traduz a mensagem de fé e esperança presente em seu trabalho. Natural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Thiago tem uma trajetória diferente da maioria dos artistas que iniciam a carreira diretamente na música. Antes dos palcos e das ministrações, ele esteve ligado ao futebol e chegou a atuar profissionalmente na Bélgica. Do futebol para a música gospel A mudança de caminho aconteceu durante o período em que vivia a experiência no futebol profissional. Segundo o próprio cantor, foi nessa fase que sentiu um chamado espiritual que o levou a repensar seus planos e, posteriormente, deixar os gramados para se dedicar à música e à pregação. De volta ao Brasil, Thiago começou a participar de cultos, eventos e apresentações em igrejas. Ao mesmo tempo, buscou aprimoramento musical e estudou no Conservatório Musical Guararapes, onde participou de concursos de calouros e desenvolveu sua técnica vocal. A experiência no esporte, segundo a trajetória apresentada pelo artista, acabou se tornando parte importante de seu testemunho. A história de quem deixou uma carreira no futebol para seguir um caminho ligado à fé passou a acompanhar suas apresentações. Primeiro álbum abriu nova fase Em 2019, Thiago lançou o álbum ‘Encontrei o Meu Lugar’, dando início oficialmente à sua trajetória fonográfica no segmento gospel. Nos anos seguintes, o cantor passou a apresentar novas músicas e consolidar um repertório próprio. Entre elas estão ‘Sacrifício’, ‘Deus Vai Ajudar Você’ e ‘Dupla Honra’. A música apresentada na Marcha para Jesus em Recife ganhou um significado especial dentro desse repertório. Com uma mensagem de encorajamento, ‘Deus Vai Ajudar Você’ dialoga diretamente com o público que acompanha o trabalho do cantor e com a proposta de suas ministrações. Um artista que une música e testemunho Além de cantar, Thiago atua como pregador. Essa combinação faz com que suas apresentações tenham características que vão além da interpretação musical. Parte de suas ministrações é construída a partir de experiências pessoais e familiares. Entre elas está a história de sua filha Thayná, que nasceu com microcefalia. Segundo o relato da família, a menina teria passado por uma experiência de cura considerada milagrosa, história que se tornou parte do testemunho compartilhado pelo cantor. Casado com Nadja Cosmo e pai de Thayná e Théo, Thiago utiliza essas experiências para falar sobre fé, perseverança e esperança durante seus compromissos. Recife e Salvador no caminho do cantor A participação na Marcha para Jesus colocou Thiago diante de um grande público em Recife e reforçou sua presença no cenário gospel pernambucano. O cantor, porém, vem buscando ampliar sua atuação para além do estado. Sua agenda inclui diferentes cidades brasileiras, com apresentações em igrejas, retiros e eventos religiosos. Salvador, na Bahia, também aparece entre os locais onde o artista vem levando sua música e sua mensagem. Essa circulação por diferentes cidades faz parte do processo de construção de sua carreira, aproximando o cantor de novos públicos e ampliando sua atuação no segmento cristão. Com referências musicais como Théo Rubia e David Quinlan, Thiago aposta em um estilo que combina música congregacional, interpretação e mensagens baseadas em sua experiência de vida. A apresentação na Marcha para Jesus em Recife representa, assim, mais um passo em uma trajetória que começou nos campos de futebol e encontrou na música gospel uma nova direção.  

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Entretenimento

Yedda Ferraz mostra potência feminina em apresentação na 32ª Cavalgada da Independência

Natural de Petrópolis (RJ), a cantora Yedda Ferraz vem construindo uma nova fase de sua carreira no sertanejo, destacando-se pela potência vocal, carisma e presença de palco. No dia 7 de setembro, a artista fez uma participação especial no show do cantor Ícaro Moraes, integrante do casting da Nolasco Produções, durante a 32ª Cavalgada da Independência, em São Pedro da Aldeia (RJ). Yedda levou ao palco interpretações de “Peão Todo Tatuado”, de Mariana Fagundes e Jeninho, e “Olha Onde Eu Tô”, de Ana Castela, conquistando o público com sua personalidade e forte conexão com a plateia. A repercussão da apresentação também ganhou força nas redes sociais: o Reels do after movie do show já ultrapassa 100 mil visualizações no Instagram, ampliando a exposição da cantora. https://www.instagram.com/reel/DdCziO0pwp_ A apresentação marca mais um passo no novo momento da artista, que vem ampliando sua atuação no cenário sertanejo e se preparando para apresentar ao público seu primeiro lançamento desta nova fase. Yedda está preparando uma música inédita, que em breve estará disponível nas principais plataformas digitais. A participação também reforça o trabalho da Nolasco Produções no desenvolvimento de novos talentos e na criação de oportunidades para seus artistas em diferentes palcos e eventos.

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Música

Rock Rec Festival faz uma grande festa para o rock brasileiro em Pernambuco

O Rock Rec Festival encerrou sua terceira edição, realizada no sábado (19), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, com uma noite que conseguiu reunir diferentes gerações em torno do rock brasileiro. Ao longo de aproximadamente nove horas de programação, o público acompanhou apresentações de artistas consagrados e nomes da cena pernambucana, em uma proposta que combinou nostalgia, música ao vivo e valorização da produção local. Com Nação Zumbi, Biquini, Jota Quest, Capital Inicial, Charlie Brown Jr. e Camisa de Vênus entre as principais atrações, o festival apostou em um repertório capaz de atravessar décadas. A escolha ajudou a criar uma atmosfera de reencontro para quem acompanhou a trajetória dessas bandas, mas também abriu espaço para um público mais jovem conhecer ou se aproximar de músicas que marcaram diferentes períodos do rock nacional. Mais do que uma sequência de shows, o Rock Rec conseguiu construir uma identidade própria. A organização da Festa Cheia Produções foi um dos elementos que contribuíram para esse resultado, especialmente pela proposta de equilibrar artistas de grande projeção nacional com representantes da cena musical de Pernambuco. Uma noite para diferentes gerações O grande diferencial da programação esteve na variedade de estilos e gerações representadas. Quem tem o rock dos anos 1980 como referência encontrou nomes como Capital Inicial e Camisa de Vênus. Para quem viveu a força do pop rock brasileiro nas décadas seguintes, Biquini e Jota Quest trouxeram repertórios conhecidos pelo grande público. Já a presença de Charlie Brown Jr. dialogou diretamente com uma geração que cresceu ouvindo rock nos anos 1990 e 2000. A Nação Zumbi acrescentou ainda outra dimensão à programação. Com uma trajetória diretamente ligada à cultura pernambucana, a banda ajudou a conectar o festival à identidade musical do Estado. Essa mistura funcionou porque não colocou o público diante de uma única proposta sonora. Cada atração trouxe uma memória diferente, criando uma experiência coletiva marcada por músicas que atravessaram gerações. Foi possível perceber que o Rock Rec não depende exclusivamente da novidade para chamar atenção. O festival trabalha também com a força da memória afetiva, algo que continua tendo enorme importância na relação do público com a música. Biquini mantém conexão com o público Entre os momentos de destaque esteve a apresentação do Biquini. A banda, que participou das três edições do Rock Rec, já possui uma relação particular com o festival e voltou a encontrar um público familiarizado com seus principais sucessos. A presença de Bruno Gouveia no palco ajudou a manter a energia da apresentação, com interação constante com os fãs e um repertório que favoreceu a participação da plateia. O retorno do Biquini em todas as edições também mostra como alguns artistas começam a se tornar parte da própria história do Rock Rec. Esse tipo de vínculo é importante para um festival que busca se consolidar. Quando atrações passam a ser associadas ao evento, o público começa a criar expectativas e memórias próprias a cada edição. Pernambuco também ganhou protagonismo Se os grandes nomes nacionais foram responsáveis por atrair boa parte do público, a presença dos artistas pernambucanos ajudou a dar personalidade ao festival. O Palco Pernambuco recebeu Macfly, Bob Tayson, Anabela, Papaninfa, Zero Bronca, Vitraz e Fantasma, criando uma oportunidade para que artistas locais apresentassem seus trabalhos dentro de uma programação de grande alcance. A iniciativa merece atenção porque evita que um festival desse porte se limite aos nomes já conhecidos nacionalmente. Pernambuco possui uma história musical reconhecida em todo o Brasil e uma cena artística que continua produzindo novos trabalhos. Abrir espaço para esses artistas dentro do Rock Rec significa aproximar o público de diferentes gerações da produção que está acontecendo atualmente no Estado. Para os músicos locais, dividir a programação com bandas de projeção nacional também representa uma oportunidade de exposição e contato com novos públicos. Nesse aspecto, o festival conseguiu olhar para dois lados ao mesmo tempo: celebrar a história do rock brasileiro e criar espaço para quem está ajudando a construir seu futuro. A aposta da Festa Cheia Produzir um festival com várias atrações, diferentes palcos e horas de programação exige uma operação que vai muito além da contratação dos artistas. A Festa Cheia Produções apostou na continuidade do Rock Rec e, na terceira edição, apresentou um evento que já demonstra características de um projeto consolidado. Um dos pontos positivos da proposta é justamente não tentar transformar o festival em algo que ele não é. O Rock Rec assume sua vocação de celebração do rock, valoriza repertórios conhecidos e aposta na força das apresentações ao vivo. Essa clareza ajuda o público a entender o que encontrará no evento. A programação também demonstra uma preocupação em criar variedade ao longo da noite. Em vez de concentrar atrações semelhantes em uma única sequência, o festival promoveu uma alternância entre diferentes estilos e gerações. O resultado foi uma experiência que permitiu ao público escolher seus momentos favoritos, cantar junto com artistas conhecidos e, ao mesmo tempo, descobrir nomes menos familiares. Um festival que começa a construir sua história Chegar à terceira edição é um momento significativo para qualquer evento. O primeiro ano costuma ser marcado pela curiosidade. No segundo, existe a expectativa sobre a continuidade. A partir da terceira edição, começa a surgir algo diferente: a possibilidade de criar tradição. O Rock Rec já apresenta alguns sinais desse processo. A repetição de atrações, a presença de artistas locais e a escolha de um espaço capaz de receber uma programação de grande porte ajudam a construir uma identidade reconhecível. O próprio Biquini, presente nas três edições, representa essa continuidade. Outro elemento importante é a escolha do Centro de Convenções de Pernambuco como espaço para o festival. Localizado entre Recife e Olinda, o complexo permite receber um público amplo e oferece ao evento uma estrutura compatível com sua proposta. O público ainda quer ouvir rock A terceira edição também deixa uma mensagem importante sobre o comportamento do público: existe espaço para grandes eventos dedicados ao rock. Em meio a uma indústria musical cada vez mais diversificada, com

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